Eu havia sangrado por todo esse tempo e não percebi, também não se via escorrer , era da alma, do coração , os dois sangrando ao mesmo tempo invisível aos olhos visíveis a dor .
O frio da noite me engolia, congelando as paredes de ódio e tristeza , que era minha pele, o fogo que não a deixava congelar, se foi, morreu, foi mordido , virou um monstro das noites frias, e a alma daquele ser que um dia chamei de amor , sangrava sangue invisível , como o que se escorria de mim agora .
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