Hate and Love

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Dedicado a todes que chegaram até aqui

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Dedicado a todes que chegaram até aqui

Boa Leitura, leiam as notas ❤️

ps: relevem qualquer erro, foi dificil betar ksks

Tudo o que você é, é tudo que eu não sou

Noite e dia, luz e escuridão

Tudo o que eu preciso é tudo o que você tem

Todo o seu ódio e todo o seu amor

Hate and Love - Jack Savoretti

Coréia do Sul, 23 de maio de 1976

A manhã começou diferente para o casal real naquele dia.

— Ditchan! — a voz aguda de Satoru anunciou sua chegada. O pequeno escalou as colchas grossas da cama dos avós, engatinhando até o meio e apertando as bochechas gordinhas de Jimin que, mesmo com a idade não tinham mudado de tamanho. — Halabeoji, acorda. — falou com Jungkook, sacudindo o corpo dele como podia.

— Vossa Alteza, não deveria estar aqui. — Yeonjun apareceu, repreendendo o menor. — Onde está sua babá? — perguntou, o pegando no colo.

— Ai céus, perdão! — a babá do garoto aparece, descabelada. — Ele estava muito animado, perdão senhor. — falou num coreano enrolado, baixinho para não acordar os Reis. — Vamos, Alteza, depois você fala com seus avôs.

— Não, não! — esperneou, tentando sair do colo do cavalheiro de companhia. — Ditchan, acorda! — gritou, vendo o avô se remexer na cama. Coçou os olhos e os abriu, demorando para compreender o que estava acontecendo.

— Oh, mil perdões, Majestade! — a empregada japonesa que ele reconheceu como a responsável de Satoru pediu desesperada, curvando-se para ele e mantendo a cabeça baixa.

— Me perdoe, Majestade. Os guardas o deixaram entrar sem minha permissão. — Yeonjun pede, também se curvando. — Tomarei providências.

Jimin olhou para o relógio ao lado da cama, seis e quinze da manhã.

— Não se preocupem, está tudo bem. — ele sorriu, se sentando. — Deixa eu ver meu netinho de perto. — estendeu os braços. O pequeno rapidamente se soltou e pulou na cama, indo até Jimin e o abraçando. — Ah que saudades, você está tão grande. — disse,observando o rosto do pequeno, passando os dedos ainda macios nas bochechas dele, apertando e vendo o menor fazer uma careta.

— Ai vovô! — resmungou, mas logo em seguida sorriu largo. Adorava o afeto dele. — Saudades, dicthan. —

— E essa janelinha aqui, hm? — apertou o nariz do pequeno que riu, vendo que faltava o dente da frente na boca do neto.

Kintsugi | Jikook Onde histórias criam vida. Descubra agora