[CONCLUÍDA]
Aos dezesseis, Jimin se apaixonou.
Com dezenove, se casou.
Achou que havia encontrado seu verdadeiro príncipe encantado, que finalmente iria viver seu próprio conto de fadas.
E, por um tempo, viveu.
Mas, seu príncipe virou Rei. A coroa...
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Dedicado a todes que chegaram até aqui
Boa Leitura, leiam as notas ❤️
ps: relevem qualquer erro, foi dificil betar ksks
Tudo o que você é, é tudo que eu não sou
Noite e dia, luz e escuridão
Tudo o que eu preciso é tudo o que você tem
Todo o seu ódio e todo o seu amor
Hate and Love - Jack Savoretti
Coréia do Sul, 23 de maio de 1976
A manhã começou diferente para o casal real naquele dia.
— Ditchan! — a voz aguda de Satoru anunciou sua chegada. O pequeno escalou as colchas grossas da cama dos avós, engatinhando até o meio e apertando as bochechas gordinhas de Jimin que, mesmo com a idade não tinham mudado de tamanho. — Halabeoji, acorda. — falou com Jungkook, sacudindo o corpo dele como podia.
— Vossa Alteza, não deveria estar aqui. — Yeonjun apareceu, repreendendo o menor. — Onde está sua babá? — perguntou, o pegando no colo.
— Ai céus, perdão! — a babá do garoto aparece, descabelada. — Ele estava muito animado, perdão senhor. — falou num coreano enrolado, baixinho para não acordar os Reis. — Vamos, Alteza, depois você fala com seus avôs.
— Não, não! — esperneou, tentando sair do colo do cavalheiro de companhia. — Ditchan, acorda! — gritou, vendo o avô se remexer na cama. Coçou os olhos e os abriu, demorando para compreender o que estava acontecendo.
— Oh, mil perdões, Majestade! — a empregada japonesa que ele reconheceu como a responsável de Satoru pediu desesperada, curvando-se para ele e mantendo a cabeça baixa.
— Me perdoe, Majestade. Os guardas o deixaram entrar sem minha permissão. — Yeonjun pede, também se curvando. — Tomarei providências.
Jimin olhou para o relógio ao lado da cama, seis e quinze da manhã.
— Não se preocupem, está tudo bem. — ele sorriu, se sentando. — Deixa eu ver meu netinho de perto. — estendeu os braços. O pequeno rapidamente se soltou e pulou na cama, indo até Jimin e o abraçando. — Ah que saudades, você está tão grande. — disse,observando o rosto do pequeno, passando os dedos ainda macios nas bochechas dele, apertando e vendo o menor fazer uma careta.
— Ai vovô! — resmungou, mas logo em seguida sorriu largo. Adorava o afeto dele. — Saudades, dicthan. —
— E essa janelinha aqui, hm? — apertou o nariz do pequeno que riu, vendo que faltava o dente da frente na boca do neto.