[CONCLUÍDA]
Aos dezesseis, Jimin se apaixonou.
Com dezenove, se casou.
Achou que havia encontrado seu verdadeiro príncipe encantado, que finalmente iria viver seu próprio conto de fadas.
E, por um tempo, viveu.
Mas, seu príncipe virou Rei. A coroa...
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Oi meus amores, como estão??? Espero que bem
Estou muito feliz que o grupo deu certo, quem ainda não entrou, sinta-se intimado kkkkkkk
Lua e eu estamos muito ansiosas para ver as reações e comentários de vocês nesse capítulo!
Enfim, sem mais enrolação, boa leitura e usem a tag no twitter! 💜
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A paz esteja com você, alma divina.
Acorde novamente no paraíso.
Coroado em glória, não tenha mais medo.
A miséria do inverno ou a guerra vindoura.
Gloria Regali - Fleurie
Coréia do Sul, 15 de Agosto de 1933
O castelo de Busan seguia sua rotina monótona e tranquila. O nascimento do pequeno Sanha deixou a vida de Jimin esquecida diante as autoridades da Coroa coreana, com um herdeiro presumível o ômega dormia todas as noites, calmo e sereno. Realizou sua vontade em ser pai propositando alinhamento na cadeia de sucessão pelo trono.
Dois filhos eram o suficiente, mas para Jungkook nem tanto. Sempre desejou demais, fez planos, mas tendo Jimin como era ele não demonstrava muito suas verdades, temia pela integridade física do esposo. Amava dizer que era o homem mais feliz do mundo, que dificilmente achariam um em comparação a ele, esposo e pai. O coreano se apaixonava todos os dias por seu ômega e filhotes, acompanhando cada travessura de sua princesinha e as palavras incompreensíveis de seu filhote miúdo.
O alfa vivia nas perfeitas condições e mais que isso, o homem vivia num sonho digno de ser contado nos melhores contos modernos. Mesmo com as desavenças notórias dentro da Casa Real com sua Majestade, o rapaz continuava sendo amado e aclamado por seus súditos e jornais locais. Jeon Jungkook, o Futuro Rei da Modernidade.
Tomou mais responsabilidades com a retirada temporária de Jimin, não hesitou em concordar com o pedido do loiro em se abster de seus deveres em prol das crianças. Não tinham queixas a cobrar, nunca brigavam, o casal não tinha esses feitos problemáticos. Os Jeon dominavam um relacionamento invejável a quem tivesse conhecimento.
A pequena família real habitualmente apreciavam o presente, sem apegos ao passado e tampouco ao futuro. Nunca pensaram em dificuldades a existir, não se preparam para nada que estava por vir. Infelizmente, eles acreditavam na ilusão que por muito tempo permaneceriam como estavam, sendo pais, amantes e príncipes.
Até uma maré de conflitos começar a se formar de modo irreparável.
— Senhor, — Yeonjun reverenciou o ômega assim que o encontrou. Recatou— se de olhar quando viu que amamentava o filhote. — desculpe, Alteza...