Parte 11 A carta

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Meu pai entrou em casa em milésimos de segundos e voltou com um envelope nas mãos.

- Entre Bella!

Minha mãe segurou minha mão firme.

O cheiro se esvaia aos poucos da casa.

Uma caixa pequena estava em cima do piano do lado do vaso de flor.

Meu pai sentou no sofá e abriu o envelope.

- É do Aro!

Minha mãe soltou um rosnado baixo.

- O que ele quer Edward?

- Esta prestigiando Renesmee, assim como fez com você, quando foi transformada.

- É uma fachada! Para esconder o fracasso que foi a tentativa de matar minha filha.

- Calma Bella!

Eu abracei minha mãe.

Estávamos quase da mesma altura.

- Vai ficar tudo bem mãe.

- Já não sei o que fazer com você Renesmee.

Ela me abraçou com seus braços frios e duros.

                        ...

Todos estavam na sala conversando sobre a carta de Aro.

Eu estava deitada me sentia cansada, mas queria falar com Seth.

Eu havia pego o celula da minha mãe, olhei a agenda dela e encontrei o numero dele.

Um toque. Dois.

- Alô - a voz de sono dele me fez sorrir. Jacob tinha muito sono durante a noite era coisa de lobo.

- Seth é a Renesmee.

Um risonho do outro lado.

- Sabe que horas são?

- Jacob, o que ia falar sobre ele?

Silêncio.

- Ah, ele não abandonou você. Jacob esta testando uma tese. Ele estava desesperado. Você sabe como ele é age por impulso.

- Tese?

Seth me contou sobre a telepatia e que Jacob estava tentando não perder contato com ele.

Era tudo por mim.

Ele não queria se separar de mim.

Eu me sentia culpada.

Me despedi de Seth.

Jacob estaria de volta dentro de duas semanas.

Eu não queria que ele ficasse sabendo da carta dos volturi.

A conversa continuava na sala.

Peguei um susto quando minha mãe entrou no quarto.

- Acordamos você querida?

Coloquei o celular embaixo do travesseiro.

- Estou sem sono!

Ela sorriu. Os cabelos longos dela era quase da cor do meu alguns tons mais escuros.

Os olhos dourados não combinavam com o cabelo ou com aquela pele extremamente pálida.

- O que você acha de eu ler pra você? - Ela pegou um livro. Morro dos ventos uivantes.

Um dos meus preferidos. - Ou sera que esta muito grande pra eu ler pra você?

Eu sorri.

- Sempre vou ser sua menininha mãe. Pra sempre...

A leitura ficava perfeita na voz doce dela.

Não demorou muito até a inconsciência me cobrir...

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