Capítulo 25

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{Samuel}

Quando estava quase na hora de eu ir buscar o Evan eu sai da empresa, entrei no meu carro e comecei a conduzir na direção da sua escola.

Quando cheguei à frente da sua escola eu parei o carro e não demorou muito até eu ver o Evan e o Ravi a aproximar-se do meu carro enquanto falavam animadamente.

Eles entraram no banco de trás do carro e depois cumprimentaram-me.

Depois eu comecei a conduzir na direção da minha empresa, porque hoje ainda tinha muito trabalho para despachar.

Quando chegamos à empresa eu levei os dois para a minha sala e depois peguei nuns papéis em cima da mesa.

Depois eu avisei os dois para não saírem do meu escritório e depois eu sai do meu escritório e fui para o escritório do Fabrício.

Ultimamente eu ando a passar demasiado tempo no escritório do Fabrício.

Ao início era ele que ia sempre até ao meu escritório.

Eu entrei no escritório do Fabrício mesmo sem bater e depois sentei-me numa das cadeiras à frente da sua mesa e depois nós começamos a trabalhar.

- Já agora o Evan? – perguntou-me o Fabrício ao fim de algum tempo.

- Ele está no meu escritório mais o Ravi. – respondi-lhe sem parar de trabalhar.

- O Ravi também está cá? – perguntou-me o Fabrício.

- Sim. – respondi-lhe.

- Bem, eu já trabalhei de mais. Eu vou fazer uma pausa e vou dizer um oi aos meninos. – disse-me o Fabrício pousando os papéis que tinha na mão em cima da mesa.

Depois ele levantou-se da sua cadeira e foi andando na direção da porta do escritório.

Ele saiu do escritório e fechou a porta e eu continuei a trabalhar.

Sinceramente eu acho que nunca vi o Fabrício tão feliz nem tão apegado a ninguém.

{Fabrício}

Depois de sair do meu escritório eu fui até ao escritório do Samuel e abri a porta devagarinho e entrei no escritório vendo os meninos sentados nos sofás do escritório a falar animadamente.

- Olá. Incomodo? – perguntei-lhes chamado a atenção dos dois para mim.

Quando o Ravi viu-me eu vi-o sorrir e depois ele levantou-se do sofá onde estava sentado e veio andando na minha direção.

Quando ele chegou ao pé de mim ele rapidamente rodei a sua cintura com um dos meus braços e o puxei mais para mim e depois o beijei.

- Vocês sabem que não estão sozinhos, não é? – perguntou-nos o Evan o que fez com que nós rompêssemos o beijo e olhássemos para o Evan que estava com o rosto um pouco vermelho.

- Evan o Samuel está sozinho no meu escritório porque não vais até lá? – sugeri ao Evan e depois dei um beijo no pescoço do Ravi e senti-o arrepiar-se com o toque dos meus lábios na sua pele.

Eu sei que não devia de expulsar o Evan do escritório do Samuel, mas eu quero estar um pouco sozinho com o Ravi.

- Tudo bem, engulam-se à vontade. – disse-nos o Evan antes de sair do escritório, claramente chateado.

Ainda o Samuel diz que o Evan é inocente, aquele garoto não tem nada de inocente.

Se ele tinha algum pingo de inocência ele a perdeu quando conheceu o Ravi.

Depois de o Evan ter saído do escritório e fechado a porta eu ataquei os lábios do Ravi.

{Evan}

Eu realmente fico feliz pelo Ravi e por ele ter decidido dar uma hipótese ao Fabrício.

O Ravi parece estar muito feliz e isso também deixa-me feliz, mas os dois não precisavam de expulsar-me do escritório do Samuel.

Está bem que eu não queira ver os dois a comerem-se, mas eles podia pelo menos ter sido mais simpáticos.

Depois de sair do escritório do Samuel eu fui até ao escritório do Fabrício onde ele disse-me que estaria o Samuel.

Quando cheguei à frente do escritório do Fabrício eu entrei sem bater e vi o Samuel sentado numa das cadeiras à frente da mesa de costas para a porta, mas quando ele ouviu-me rapidamente olhou na minha direção.

Depois o Samuel afastou um pouco a cadeira da mesa e eu já sabia que era para sentar-me no seu colo.

Então eu fechei a porta do escritório e depois andei até ele e quando cheguei ao pé dele eu sentei-me no seu colo com as pernas para um lado do seu corpo.

- O que aconteceu? – perguntou o Samuel enquanto começava a fazer carinhos nas minhas orelhas.

- Aqueles dois expulsaram-me do teu escritório. – disse-lhe.

- Só espero que eles não façam nada impróprio no meu escritório. – murmurou o Samuel, mas como eu sou um híbrido consegui ouvir perfeitamente o que ele disse.

- Se fosse a ti não tinha a certeza, pela pressa com que eles estavam quando despacharam-me. – disse-lhe.

O Samuel suspirou e não disse mais nada.

Depois nós ficamos em silêncio durante algum tempo enquanto o Samuel fazia festas nas minhas orelhas e eu ronronava baixinho enquanto eu mantinha os olhos fechados enquanto aproveitava as suas festas.

Nós permanecemos assim durante algum tempo até nós ouvimos a porta do escritório abrir-se abruptamente o que fez com que eu abrisse os olhos e desse um salto.

Quando recuperei-me do susto eu olhei na direção da porta e vi o Fabrício e o Ravi encostados à porta já fechada.

- Caraças tu tens de aprender a bater à porta. – reclamou o Samuel com o Fabrício.

- Caso te tenhas esquecido este ainda é o meu escritório. – disse-lhe o Fabrício.

- Espero que pelo menos tenham limpo o meu escritório. – disse-lhes o Samuel.

- Não te preocupes, nós não fizemos nada impróprio no teu escritório, mas não foi por falta de vontade. – disse-lhe o Fabrício.

- Espero bem que não. – disse-lhes o Samuel.

- Bem, e vocês querem que nós voltemos depois? Vocês não pareciam estar nada mal. – comentou o Ravi com um sorriso e eu deitei a cabeça no peitoral do Samuel sentindo o meu rosto esquentar.

- Já agora vocês querem ir jantar lá a casa amanhã? – perguntou-lhes o Samuel e não sei porque, mas ele pareceu-me ligeiramente nervoso.

- Por nós pode ser, não é Ravi? – perguntou o Fabrício ao meu amigo.

- Sim. – respondeu-lhe o Ravi.

Nós os quatro estivemos a falar mais um pouco e depois eu e o Samuel despedimo-nos do Fabrício e do Ravi e fomos para casa.

O Doce Híbrido que Mudou a Minha VidaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora