O General está...

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-Agrrr- digo e aponto para o James- Você vem comigo- e vou para a sala de treinamento- fica aí

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-Agrrr- digo e aponto para o James- Você vem comigo- e vou para a sala de treinamento- fica aí.

Sigo para o vestiário, pego minha bolsa no meu armário, eu era a única mulher ali, então tinha que dividir o vestiário com os homens, o que era um saco, visto minha roupa e volto para o local onde deixei o James.

-Pronto? - falo enquanto enfaixo minha mão e ele se prepara para lutar- desculpa, mas vou ter que descontar minha raiva em você mesmo.

Vou pra cima dele, tento dar um soco na cara, mas ele defende pegando minha com seu braço de metal e me dando um soco na costela, consigo soltar minha mão, dou uma rasteira nele, porém ele pisa na minha perna.

-Aaa cacete- digo, trincando os dentes por causa da dor e ele me joga na parede.

-Acha que isso vai me impedir?- digo limpando o sangue da minha boca, vejo ele se levantar e vir na minha direção, quando ele chega perto o suficiente, desvio e o soco, mas ele é rápido e me preende na parede, dá um soco forte no estômago

- tempo - digo, vou até o banco, me sento e bebo água, o soco foi forte e eu queria vomitar- Você não bebe água não?- pergunto e olho para o James, ele estava olhando pra a perna que ele tinha pisado, o mesmo levanta o olhar para mim.

-Sua perna!- ele diz como lembra-se de tudo e vem na minha direção, me levanto rápidamente assustada- Calma, eu não vou te machucar.

-Não funcionou, a ele vai me matar- murmuro olhando para baixo- qual era as palavras?- tento lembrar o que o soldado disse.

-PARADO, JAMES BUCHANAN BARNES- Vários soldados entram na sala e o General passa entre eles vindo na minha direção.

-Esperava mais de você June, minha sala agora- ele diz e eu saio, mas ainda consigo escutar o General dizer- Levem ele para a sala onde a garota está.

"Droga, eu sou a próxima!" Penso, eu não queria fazer isso, aquele homem, o meu pai, era um homem bom dava para ver nos olhos dele, os olhos que eu não herdei, meus olhos são pretos e sem vida, é capaz de eu nem ser a próxima, vou é ser morta, isso sim, entro na sala dele e me sento em uma cadeira.

-Ora, ora, ora, parece que alguém se meteu em encrenca- o Dr.Zola diz.

-Não enche, corcunda de Notre Dame- digo ríspida.

-O que foi dessa vez? Matou algum soldado ou se rendeu ao charme de algum?- fala chegando mais perto de mim.

-Já falei pra não ENCHER- extrapolo ficando de pé, só que nessa hora o General entra na sala.

-June Buchanan Barnes, você está aqui por causa que descobriu minhas ordens, quer acrescentar desrespeito a autoridades também?- o General fala, meu nome completo era doce na boca dele- Zola, se retire.

-Sim General- ele diz, olha para mim, da um sorriso de lado e sai, aí como eu queria arrancar esse sorriso da cara dele.

-June -o General diz e faz um gesto para que eu me sente- você vem me dando muito problemas deste que veio morar aqui, ou eu perdia um homem ou saiam bem machucados, você é útil muitas vezes, mas o soldados estão achando que eu pego muito leve com você, eu não posso perder minha moral aqui.

-O senhor não vai perder a moral e como o senhor pega leve comigo? Se eu treino desde de que terminei a faculdade, lutei em várias batalhas e inventei máquinas mais potentes do que a dos inimigos?- digo indignada com o que acabei de ouvir.

-Eu não ia te contar isso, mas como quando você acordar, não vou estar mais aqui- ele pega uma pasta e me entrega.

-Não entendi senhor, como assim eu acordar?- pergunto pegando a pasta, na capa estava escrito "Experimento criança invernal".

-Vai entender depois, agora preciso te contar sobre isso- diz e aponta para a pasta- o Barnes tem o soro do super soldado nele, nós misturamos seu esperma com o óvulo de uma mulher qualquer e daí nasceu você, esperávamos que fosse um garoto, você foi gerada em uma máquina que o Zola inventou, nos mudamos seu genes, para que fosse super inteligente e não sentisse emoção nenhuma, mas parece que falhamos nisso- fala e se senta em sua cadeira- mas tem outra coisa que você precisa saber.

-Nada mais me impressiona, senhor- falo.

-Ah outra maneira de ativar o Soldado invernal, a pior fase dele- o General frisa as últimas palavras- o livro está escondido aqui- diz apontando em um local da planta da instalação e eu chego mais perto dele.

-no caso, o senhor, quer que quando eu acordar, ache esse livro?- pergunto com uma sobrancelha levantada.

-Sim e quero que treine, a novata- diz se referindo a Maya.

-Ok, senhor, estou pronta para exercer minha missão- digo batendo continência.

-Muito bem soldada, vamos fazer nosso pequeno teatro- ele diz e aponta uma arma para mim- SOLDADOS- Ele grita por ajuda e três soldados armados entram- levem ela para a sala de tortura.

Meu sorriso se desfaz e tudo parecia estar em câmera lenta, sério que ele iria me torturar, depois de tudo que eu fiz por ele, consigo me soltar dos soldados, pego uma faca que tinha escondida na minha bota e volto pra a sala dele, entro correndo, estava ele e o Zola lá, meto a faca no coração dele e o mesmo cai no chão.

-Agora você sabe o que é não ter um coração batendo no peito- digo e sinto o sangue escorrer pelo meu braço, o Zola tinha atirado no meu ombro, antes que podesse reagir, os soldados me prendem e me levam para a sala, vejo que a Maya estava em um tanque congelada e o James na cadeira, eles me jogam dentro de um tanque, no mesmo estilo do dela e fecham, quando um gás começa a entrar consigo ver o Dr.Zola, dizendo para desligarem a máquina, mas eles não desligam, sinto o gelo entrar nas minhas narinas e fecho meus olhos.

SEGUNDA GERAÇÃO HYDRA [CONCLUÍDA]Histórias para pegar e não largar. Descubra agora