Houve questionamento.
Sou, de princípio, completamente abraçada pela pluralidade. Todo meu sangue e minhas crenças são um nós. Já não acredito em viver sem se distribuir e ser distribuído. Já não acredito que há viver sem transmitir, sem dar de cara com as diversas experiências antagônicas a nossa. Não há viver sem estar no sistema e não há questionar sem quebrar ele.
Quando nos tornamos tão singulares a ponto de não questionarmos nossa multiplicidade ? Quem a tomou de nós?
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Eu e alguns versos
Poesíajá não pertenço mais a meu ser deixo as palavras me guiarem
