capítulo 32- Meu lobo eterno

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Pov. Perrie

Eu a esperei, no dia seguinte , no seguinte e no seguinte. Esperei uma semana , duas , três , um mês , dois, três e depois de um ano eu percebi que ela não ia voltar mais.

Que não , ela não ia pular minha janela a qualquer minuto e me beijar furiosamente dizendo que me ama. Não ia me prensar contra a parede e tirar minha roupa pra me amar uma noite ou uma manhã toda como tanto desejava. Ela se foi e eu não disse adeus, eu não implorei seu perdão , eu não chorei na sua partida.

Hoje é a última vez que espero por ela. A lua está cheia , a noite tá bonita e agradável, silenciosa. Vamos sair amanhã cedo , pra América. Eu passei na faculdade, voltei pro tênis e agora sou uma promessa. Meu pai se livrou da sua locura, se especializou e agora é cirurgião. O que faltava pra ele agora estava aqui.

Olhei no relógio, meia-noite e ela não veio, logo vai amanhecer e estará na minha hora de ir.

Sai da janela com a decepção intalada na garganta, sentir a dor no peito e as lágrimas caíram. De repente o uivo suave , fraco mas que fez meu coração palpitar frenético.

Vinha do penhasco , fechei os olhos pra escutar, ela tava me dizendo Adeus .

- Eu te amor, mais tudo que tudo., Nunca se esqueça.

[...]

4 anos depois...

Califórnia...

Alexandre observava a praia e as pessoas enquanto se arrumava. Lucy levantou sorridente , o abraçou pelas costelas beijando o pescoço.

- Bom dia amor.

- Bom dia.

- Dormiu bem ?

- Sim.

- Por que está tão sério? Aconteceu alguma coisa?

- O psicólogo da faculdade ligou.

- De novo !?

- Sim. Lucy eu não sei mais o que fazer. Perrie não reage, é um boneco de ventríloquo da vida, conforme tudo vai indo ela vai também , se for tudo bem , bem , se for tudo mau ela se afoga.

- Eu entendo sua preocupação , mas não precisa ficar assim.

- Eu me preocupo  que a se afunde na depressão.

- Eu sei. Olha que bela lua , em plena manhã. Hoje é dia de Clasven .

- É o que ?

- Clasven, quando os jovens lobos saiam a procura do seu amor. Quem sabe Perrie não dá sorte.

[...]

Pov. Perrie

E a primeira vez que eu venho a festa da fraternidade. Eu sempre nego o convite mas o doutor Rodrigo disse que eu não posso ficar no meu quarto até me forma, o que é uma absurdo.

Já tinha usado umas 3 drogas diferentes. Bebido tudo que haviam me dado simplesmente na intenção de esquecer a minha dor.

Esbarrei em alguém, tentei pedir desculpas mais estava doidona.

A resistência do lobo que habitava em mim me impedia de esquecer e saber exatamente o que estava fazendo. Então resumindo minha noite, me droguei , bebi, fiquei numa brisa maluca e agora tem alguém com a pegada muito gostosa com a língua na minha boca.

Transamos no banheiro , no beco do lado de fora da fraternidade , no meu carro e no quarto também. E agora que joguei minha dignidade fora é hora de acorda. Eu odeio essa resistência de lobo, sim , eu consigo ter ciência do que estou fazendo mas por que os efeitos humanos que batem depois ? Não é justo !

Passei as mãos no meus cabelos. Minha acompanhante estava sentada na cama me encarnado. Minha visão estava meio turva só conseguia saber que era uma mulher pelos seios desnudos.

- Que horas são ?_ perguntei meio grogue.

- 6:50 da manhã.

Demorou um pouquinho , eu tava de ressaca e não superei ela, deve ser isso.

Senti seu toquei na minha pele. Suave e macio. Eu tô doida , só pode ser isso.

- Sou eu amor, olha pra mim.

Não podia acreditar , sentir um calafrio. Me virei lentamente e la estava o sorriso com os caninos, afiados e sesuais. Agora ela era uma mulher, só conseguir me concentrar no fato dela está nua na minha cama.

- Você veio ! Você tá aqui !

Minha ficha caiu e eu me joguei em seus braços sorrindo.

- Desculpa , eu tive que fazer umas coisas mas eu nunca ! Nunca te esqueci.

Eu queria explicações , queria saber como ela chegou ali mas  seus lábios foram meu destino.

Tão doce , o gosto família , a sensação da sua boca na minha. Sua mãos no meu corpo , eu escutaria o que ela tinha dizer depois que nós amassemos mais uma vez. Depois que ela realizasse o prazer que eu sentia sonhado com ela todas as noite.

Ela retribui o beijo , deixaríamos a conversa pra depois. Sentir suas mãos passeando pela minha pele. Migrei pro seu pescoço sentindo minha boca tocar sua pele , ela gemendo baixinho era minha ruína.

Me joguei pra trás dando o recado pra ela , meu corpo era seu pra que ela fizesse o que desejar com ele.

- Ah esse pensamentos me deixam louca sabia ! _ disse antes deslizar as mãos pelos meu abdômen.

Apertou meus seios com um exerço de força arrancando dos meus lábios gemidos manhosos.

Os toques, os beijos, tudo me fazia simplesmente voltar aquela época , quando ela pulava minha janela , transavamos loucamente e depois ajudava ela com os poderes de alfas..

Sorri pela sensação gostosa dos seus lábios chupando meus seios, alternando entre um e outro. Parece que eu parei no tempo, que esses anos não existiam, e que depois daquela batalha sangrenta ela havia pulado meu janela e agora estava aliviado sua tensão..

Sua boca foi descendo , devagarinho, dando beijinhos na minha barriga até lá em baixo. Ela nem quis saber de preliminares, simplesmente me chupa com uma vontade me fazendo gemer e me contorcer na cama . Segurei firme nos lençóis sentindo sua língua me invadindo , arqueei meu corpo pra cima na tentativa de aliviar meu prazer mais ela me segurou com força. Levantou o olhar me fazendo encarar seus olhos amarelos.

Passou a língua sobre os lábios sorrindo deixando seus caninos a  mostra. Deus ! Essa mulher é um pecado! Aquele olhos , aquelas presas.

O dia estava apenas amanhecendo , tínhamos muitos anos de amor pra matar ainda. Nada ia me tira desse quarto , nem mesmo o teste de tipos sanguíneo. Dane-se a faculdade eu só quero amar essa mulher em cada canto desse quarto. O resto do mundo não é importante suficiente pra que eu deixe meu lobo eterno agora .

Xxxxxxx

Ia acabar aqui mais resolvi fazer uns casamentos e pás. Então até já

Wolf (Jerrie)Onde histórias criam vida. Descubra agora