Amber Lopez uma garota com habilidade um tanto diferente, ela pode fazer com que personagens saiam de suas histórias e venham ao nosso mundo e no caso dela parar dentro da história. Com esse dom que ela acha que é uma maldição vidas poderam ser salv...
Resolvi fazer esse especial para comemorar o 1k de comentários nessa história. 🎉
Não sei se farei mais capítulos assim, mas quem sabe? 🤷
Especiais como esses serão mais curtos que os capítulos normais. ☺️
Beijos e fiquem com o capítulo! 🥰
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Já se passaram cinco anos desde o meu final feliz com Edward. E devo lhes contar que foram os cinco anos mais loucos e mais agitados da minha vida até o momento.
Eu estava sentada na nossa cama dando os toques finais na formatação de um livro que resolvi escrever.
— Bom dia minha rainha — me arrepio ao sentir ele beijar meu ombro — Vamos descer para tomar café?
Fechei o notebook e o coloquei de lado — depois eu terminava aquilo — dando assim a devida atenção ao meu espetacular marido.
— Só se me der um beijo primeiro — falo cruzando minhas mãos atrás de seu pescoço e o puxando até ele ficar a poucos centímetros da minha boca.
— Quantos você quiser minha vida — ele disse num mero sussurro e em seguida me beijou apaixonadamente.
Era difícil parar quando começamos, então ele me deitou na cama ainda me beijando profundamente. Suas mãos ágeis e treinadas foram até a lateral da minha cintura dando leves apertadas ali me causando os arrepios e desejos que sempre me tomam quando ele me toca desse jeito.
Meia hora depois estavamos descendo para o café da manhã.
— Já é quase hora do almoço e nem café tomamos ainda — bufo um pouco irritada, pois o café da manhã era a minha refeição favorita do dia.
— Ninguém mandou ser essa deusa toda — ele fala preparando nossas panquecas — Sabe que eu não resisto a você.
— Não fale essas coisa assim — viro o rosto um pouco envergonhada.
É mesmo após todos esses anos ele ainda me faz corar.
— Você é incrível sabia‽ — despejo um pouco de calda de chocolate em cima das panquecas que ele tinha acabado de por no meu prato — Ainda fica toda envergonhada mesmo a gente estando juntos a anos.
— Ah cala a boca e come — cortei um pedaço da minha panqueca e coloquei na boca — Hhmm, você colocou alguma coisa diferente hoje?
— Você ainda vai se engasgar falando com a boca cheia desse jeito — ele estende o braço e limpa o quanto da minha boca com o polegar — E não, não coloquei nada diferente.
— Então por que — senti meu estômago se embrulhar e uma ânsia subir pela minha garganta e tive que sair correndo até o banheiro mais próximo.
Uma ânsia gigantesca me tomou e vomitei até sentir meu estômago se esvaziar totalmente.
— Amber querida — ele estava ao meu lado segurando meu cabelo e afagando minhas costas.
— Tinha alguma coisa estragada nessa panqueca com certeza — falei fechando a tampa do vaso e me levantando com ajuda de meu marido — Me sinto fraca — tive que me escorar pesadamente em Edward para não cair — Acho que...
Não tive tempo de terminar a minha frase senti meu corpo amolecer e minha visão escurecer e desmaiei.
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Tive que segura-la para que Amber não se machucasse ao cair no chão frio.
— Amor — dou leves tapinhas em seu rosto — Não me assusta assim princesa.
Sem saber bem o que fazer eu a peguei no colo e fui até o carro a pondo com cuidado no banco de trás.
Enquanto dirigia liguei para meu pai desesperado em busca de alguma ajuda.
— Edward meu filho — a voz dele sempre me acalmou desde pequeno, mas ali me senti ainda mais ansioso — Deseja alguma coisa?
— A Amber desmaiou — paro no semáforo — Acho que ela está doente.
— Se acalma e traga ela para o hospital — pude escutar ele andando apresado — Estarei o esperando na recepção.
— Obrigada pai — voltei a mover o carro — Já, já chego ai.
Encerrei a ligação e acelerei ainda mais e em poucos minutos estávamos em frente ao hospital.
Fiquei na sala de espera cerca de uma hora e meia até meu pai aparecer para me dar notícias da minha esposa.
— Ela está bem? — corro até ficar a poucos centímetros dele — Não é nada grave né‽
— Calma filho — ele deu umas palmadinhas em meu ombro esquerdo — Amber está bem. Você já pode ir ver ela.
— Onde ela está? — pergunto nervoso.
— No quarto 18 no segundo andar — e nem agradeci somente sai correndo para vê-la.
Ao entrar no quarto vi Amber conversando animada com os pais dela.
— Você está bem? — meus sogros se afastam um pouco para que eu pudesse abraçar ela.
— Perfeitamente — ela diz retribuindo afetuosa.
— O que você tem? — me sentei ao seu lado segurando sua mão onde eu acariciava seu dorço ainda um pouco preocupado — Carlisle não me disse o que era.
— É uma coisa boa — Amber sorriu grandemente para mim — Nós vamos ser papais!
Demorei alguns segundos para entender o que ela tinha me dito.