Capítulo V - ERA PARA SER UMA VIGÍLIA...

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Oi meninas!!

nao me matem ao final desse capítulo, vocês irão entender...mmuahhh (risada maligna..kkk)

a e aproveitando que ontem foi aniversário do nosso Travis Lindo Gostoso Cachorro Louco Maddox, tem duas homenagensinhas a ele, vamos ver quem descobre.

espero que gostem.

Bjosss!!! e otimo feriado.

Aproveitem sem moderação.

Capítulo V – ERA PRA SER UMA VIGÍLIA...

Luke sai da sala de controle e vai em direção ao seu armário, que é onde guardamos nossas armas e munições e eu vou atrás dele e começo a me preparar também.

- Aonde você pensa que vai? – Luke me pergunta sem nem olhar em minha direção.

- Eu vou com você!

Ele para o que está fazendo e me olha.

- Você não vai.

- Vou sim, você não conhece o local, não sabe onde eles ficam amoitados, e outra você não vai sozinho.

- Preocupada comigo Lana Alice Trevelian?

- Não, mas eu atiro melhor do que você e do que seus homens, então você precisa de mim pra cobrir suas costas.

- Ok, fez seu ponto. Então vamos.

- Tem um problema.

- O que?

- Não podemos ir de viatura, temos que ir com um caro apaisana. – bato meus cílios e abro um sorriso pra ele.

- Não, eu não vou colocar meu carro naquela boca. E a sua moto, por quê não vamos com ela?

- Por que minha moto é uma Harley Rod Night, a única do modelo em Brasília inteira, você acha que eles não sabem que é minha?

- Meu carro a placa é de São Paulo, também pode causar desconfiança.

- Droga, vamos do que então?

- Qual o carro do Charles? – diz abrindo um sorriso e me da uma piscadela.

...........................§§§..........................

 - Luke, você sabe que se acontecer alguma coisa com esse carro, o Charles não olha mais pra gente né?

Ele me olha e começa a gargalhar, faz tanto tempo que eu não vejo esse sorriso verdadeiro e despreocupado, Luke é perfeito, o cara que é o sonho molhado da grande maioria das mulheres, e ele sabe disso e os seus sorrisos são perfeitos, mas se você realmente olhar sem se encantar com ele, o que é bem difícil de acontecer, você percebe que é uma manobra, que esses sorrisos não chegam até seus olhos. Porém, essa gargalhada, esse sorriso, chega até seus olhos o que faz com que eles brilhem e eu começo a me derreter cada vez mais. Limpo minha garganta e olho pela janela, foco Lana, pelo amor de Deus, você não pode deixar ele entrar na sua vida de novo.

- Não vai acontecer nada. Aonde podemos parar?

- Tem um prédio na entrada da boca, da pra ficarmos no terraço.

- Ok, me mostre o cominho.

Fui dando as coordenadas e chegamos até o prédio. Luke estacionou o carro em uma parte escura do prédio e fomos até a recepção, falamos com o sindico que nos deixou subir e ainda nos mostrou o melhor ponto pra a favela e ainda nos entregou duas mantas, isso não ia dar certo.

A CAÇADAHistórias para pegar e não largar. Descubra agora