Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Felix, um híbrido de humano e felino, acordou com aquela sensação de vazio, como se estivesse faltando algo. Talvez fosse apenas carência, ou talvez fosse saudade de Minho, que sempre sabia o que fazer nesses momentos. Logo que Minho chegou em casa, ele percebeu quando algo peludo se esfregou nas suas pernas, arrancando um sorriso carinhoso ao ver Felix ali, como que esperando.
— Cheguei, amor — disse Minho, pegando Felix no colo e recebendo um "miau" de boas-vindas, enquanto os olhos ternos de Felix encontravam os dele.
Minho se acomodou no sofá e colocou Felix em seu colo, acariciando a barriga dele enquanto ele se ajeitava, buscando o calor e a segurança dos braços do seu companheiro. Aos poucos, os ronronados suaves de Felix começaram a preencher a sala, criando uma atmosfera tranquila e acolhedora. Minho aproveitou que Felix adormeceu e foi preparar algo especial para eles comerem, mas não demorou para ouvir uma voz manhosa e meio sonolenta se aproximando.
— Está com fome, gatinho? — perguntou Minho, rindo ao ver Felix com os cabelos despenteados e o rosto amassado, ainda mais fofo daquele jeito.
— Uhum — murmurou Felix, deixando claro que precisava de comida e, mais ainda, de atenção.
Minho o abraçou por trás enquanto cozinhava, sentindo o calor reconfortante do corpo de Felix e o toque suave de sua pele. Esse contato simples, que só eles compartilhavam, sempre trazia para Minho uma sensação de estar em casa. Felix começou a ronronar ainda mais alto, aprovando a atenção que recebia.
— A comida está pronta, Lix — avisou Minho, vendo o brilho nos olhos de Felix enquanto ele se aproximava, animado.
— Espero que goste, meu anjo — completou Minho, observando Felix saborear cada garfada com o carinho de quem tinha preparado aquilo com amor.
Felix então surpreendeu Minho, tirando uma caixinha do bolso. Dentro, um DVD do filme do Homem-Aranha que Minho queria assistir havia tempos. Era um gesto simples, mas para ele tinha tanto significado.
— Obrigado, amor! Sabia que eu queria ver esse filme. Que tal vermos juntos agora? — sugeriu Minho, com um sorriso empolgado.
— Só se tiver beijinhos! — Felix brincou, sorrindo travesso enquanto se aconchegava ainda mais perto.
— Combinado — disse Minho, capturando os lábios de Felix em um beijo suave e cheio de carinho.
Os dois se ajeitaram no sofá, transformando-o num verdadeiro ninho com cobertores e almofadas. Felix preparou alguns petiscos, enquanto Minho ajustava o volume da TV. Logo estavam enrolados um no outro, assistindo ao filme e compartilhando risadas e comentários. Entre uma cena e outra, trocavam olhares, sorrisos e beijos doces, criando uma tarde de pura leveza.
O tempo passou rápido demais, mas as memórias daquele dia permaneceriam com eles. Cada instante compartilhado era um pequeno tesouro, uma lembrança do amor que dividiam, do carinho que os unia. Ao final do dia, ainda abraçados, eles trocaram palavras e gestos de afeto, sabendo que aquilo que tinham era mais forte do que qualquer adversidade.
— Te amo, meu neném — disse Minho, seus olhos brilhando de emoção.
— Te amo, hyung — respondeu Felix, envolvendo Minho em um abraço cheio de ternura e gratidão.
Aquele dia foi perfeito, cheio de momentos simples que só fortaleciam o vínculo entre eles. Entre risos, carinhos e promessas silenciosas, eles sabiam que estavam prontos para enfrentar o futuro juntos, confiando um no outro, lado a lado, com o amor que crescia a cada dia.