Capítulo 11: Sentimentos confusos.

472 23 0
                                        

𝙑𝙞𝙣𝙣𝙞𝙚 𝙃𝙖𝙘𝙠𝙚𝙧𝙋𝙤𝙞𝙣𝙩'𝙨 𝙫𝙞𝙚𝙬

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

𝙑𝙞𝙣𝙣𝙞𝙚 𝙃𝙖𝙘𝙠𝙚𝙧
𝙋𝙤𝙞𝙣𝙩'𝙨 𝙫𝙞𝙚𝙬

Eu ainda não acredito o que me masturbei no banheiro dela

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

Eu ainda não acredito o que me masturbei no banheiro dela. Eu estava completamente excitado quando fiz isso, é sério. Sem contar que se não me engano, ouvi ela também gemer alto algumas vezes, servindo como estímulo para a minha masturbação.

Olho para o lado e vejo Alisha dormindo como anjo do meu lado. Olho ao redor assustado, me esquecendo de tudo o que aconteceu, mas felizmente, logo me lembrando.

--Alisha...-- A chamo com a voz rouca.

--Que?-- Ela fala com a voz sonolenta, logo abrindo os olhos e me olhando assustada. --Não era para você estar aqui, Vinnie...-- Ela exclama ameaçando a se levantar, mas eu a puxo, fazendo-a sentar no meu colo. E porra, como isso me excitava. Eu imaginava ela cavalgando no meu pau, enquanto gemia o meu nome com a cabeça jogada para trás, os olhos fechados e sua boca boquiaberta, gemendo meu nome diversas vezes.

--Vinnie?-- Ela me chama, fazendo eu acordar dos meus pensamentos eróticos, e quando percebo, já estou duro. --Você não está excitado, né?-- Ela fala, começando a arregalar os olhos. --Caralho! Você está! No que você estava pensando, ein...?-- Ela fala começando a rir de leve. Até isso me excitava, caralho.

--Eu... Você quer mesmo saber o que eu estava pensando?-- Ela se ajeita no meu colo, dando uma leve rebolada, me fazendo gemer baixo. Ela assente e eu apenas concordo a encarando. --Eu estava imaginando você cavalgando no meu pau, gemendo alto o meu nome, e indo ao delírio.-- Falo e ela me encara sorrindo de canto. Eu realmente não via esse lado dela.

--Quem sabe um dia isso possa ser real...-- Ela sai mais eu o prenso em minhas pernas, fazendo ela gemer de leve. --Me solta, Hacker!-- Ela grita, e eu nego com a cabeça.

--E por que você não pode transar comigo?

--Temos treze anos! Quer dizer... Voce quatorze, mas isso não importa! Enfim... Não!-- Ela grita e eu apenas assinto a soltando das minhas pernas.

𝑫𝒊𝒈𝒂 𝒐 𝒎𝒆𝒖 𝒏𝒐𝒎𝒆 - 𝑽𝒊𝒏𝒏𝒊𝒆 𝑯𝒂𝒄𝒌𝒆𝒓Onde histórias criam vida. Descubra agora