Capítulo 40: Você é minha.

212 13 0
                                        

Alisha MillerPoint's view

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

Alisha Miller
Point's view

Saio do quarto junto com Payton

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

Saio do quarto junto com Payton. Ele segurava minhas mãos, e eu ainda tremia pelo forte orgasmo que tive dentro daquele quarto.

-Ei, calma linda. Você tá tremendo demais...- Ele para no meio do caminho e sorri de canto. -Pelo jeito eu fui rápido demais, não é?- Ele sorri malicioso, e eu assinto, encostando minha cabeça em seu pescoço.

Procuro por Vinnie, mas ele não estava lá. Aonde ele deve ter ido...? Foco, Alisha. Não era você que não queria mais saber dele?

-Ei gatinho, eu já volto, tá?- Falo, e Payton assente, indo para o lado oposto de onde ia. Queria beber, nem bebi hoje, e já é quatro da manhã.

Vou para o bar, entregando o meu RG para o barman e ele me olha estranho, mas assente devolvendo o "meu" RG. Peço um sex on the beach, e enquanto ele faz, olho em minha volta, avistando Hacker. Tinha uma garota rebolando em seu colo.

Quando ele encontra seu olhar no meu, ele dá um leve sorriso, apertando a bunda da garota, ainda me olhando, como se quisesse fazer aquilo em mim. Ele então dá um tapa estalado na bunda dela, sem desviar o olhar. Confesso que seu olhar estava me deixando intimidada.

Sorrio de canto, até o barman voltar com a bebida, e eu dar um gole, ainda encarando Vinnie.

A garota beija os lábios de Hacker, e ele a beija lentamente. Confesso que aquela cena me deixava com ciúmes, mas nunca que ia assumir isso. De jeito nenhum.

Tento encontrar Payton, mas não o vejo em lugar nenhum. Me levanto, ainda com a bebida na mão e esperando que ele estivesse bebendo em algum lugar. Ele não estava. Ele foi tão legal comigo... Não é possível que me largou aqui depois de foder comigo.

Subo as escadas, ainda bebendo minha bebida, e caminhando pelo enorme corredor, até ouvir gemidos. Me aproximo mais, de acordo com o som, até ver o que menos esperava. Payton beijando outra garota, e ele a beijava com tanta vontade...

Sei que só transei com ele, mas mesmo assim significa muito pra mim, e aquilo literalmente me quebrou. Pela primeira vez, achei que ia esquecer Hacker e seguir a minha vida, mas não foi desta vez. Payton me olha, mas tarde demais. Sinto meus olhos marejarem, e desço as escadas correndo.

Escuto meu nome sair da sua boca, mas não olho para trás. Passo por todas aquelas pessoas correndo, e minhas lágrimas já escorriam. Eu não era o suficiente? Primeiro Vinnie... Depois Payton... Quem mais? Eu só tenho 14 anos.

Olho de relance para Hacker que beijava a garota, mas parece que meu cheiro o chamou, pois ele me encara na mesma hora que o olhei.

Estava usando lápis de olho e rímel, então nessas horas, provavelmente, meu olho estava todo fodido, assim como a minha cara. Vou em direção ao meu carro, e entro no mesmo, respirando fundo, e tentando me acalmar. Quando estava regulando a minha respiração, escuto várias batidas na porta, e olho para ver quem era. Vinnie.

Abro a carro, e ele entra novamente. Ele não diz nada, apenas coloca suas mãos nas minhas coxas e as acaricia devagar, as apertando de vez em quando. O encaro, ainda chorando, e ele me encara, e pela primeira vez, sem dizer nada, sinto a conexão que tínhamos.

-Quem fez isso com você? Eu juro que... Eu mato quem fez isso com você, Alisha.- Sorrio para o mesmo, e ele me olha sério. Amo o jeito que ele cuida de mim, mesmo que estamos afastados.

Sem dizer nada, me deito em seu ombro, ainda chorando igual uma criança. Começo a me acalmar, e Hacker acaricia meus cabelos.

Cada vez mais me sinto calma, e então, me aproximo de seus lábios ainda sem dizer nada. Selo nossos lábios devagar, e ele me olha. Seus olhos brilhavam, e não sei se era emoção, ou outra coisa.

-Eu...- Queria tanto dizer isso, mas não consigo. -Eu te amo.- Quando falo, vejo seus olhos marejarem, e ele me abraça com força, me beijando com vontade desta vez.

-Eu te amo mais, muito mais, amor. Promete que nunca mais vai me abandonar?

-Prometo.

O beijo rápido, me sentando em seu colo, e ele me beija cada vez mais rápido. Como senti falta do seu beijo, de sentar em seu colo, de sentir o calor dos nossos corpos. Ele me encara, parando o beijo.

-Fica assim.- Ele fala, e eu continuo sentada em seu colo, deitada em seu peitoral. -Minha. Você é só minha.- Sinto meu coração disparar, e coloco minhas mãos em volta do seu pescoço. -Queria esfolar a cara daquele idiota, só por saber que ele te tocou, aliás, só eu posso.- Me arrepio com suas palavras.

-Que tal me tocar agora?- Sinto que sua respiração ficou desregulada, então faço o trabalho sozinha, sem dizer nada.

Tiro sua calça social preta, e vendo seu pênis duro igual pedra. Começo a dar leves reboladas, e selo nossos lábios, ainda rebolando. Seus gemidos roucos são a minha perdição. Amo o jeito que ele reage aos meus toques. Rebolo cada vez mais rápido, e seus gemidos vão se intensificando mais.

-Quero transar com você sem dizer nada, apenas sentindo você dentro de mim.- Ele fala, e eu tiro sua cueca, tendo a visão de seu pênis duro na minha barriga. Abro um pouco sua camisa social, tendo a visão de seu peitoral, que agora estava tatuado com uma aranha. É linda.

-Amei a tatuagem.- Falo, e ele sorri. Tiro a minha saia, logo após minha calcinha, ficando completamente nua pra ele. Estávamos sem camisinha, mas foda-se, quero sentir ele inteiro dentro de mim, sem nada para atrapalhar.

Introduzo seu pau dentro de mim, o sentindo por completo dentro de mim, novamente. Nem acredito que estou transando com ele de novo.

Minha respiração falha diversas vezes, e as de Vinnie também, mas tudo o que escutamos são o barulho molhado, nossos corpos se chocando, nossos gemidos e respiração desregulada. Não dizíamos nada, como Hacker queria, e sinceramente, dava muito tesão transar sem dizer uma só palavra.

Hacker aperta a minha cintura com força, me induzindo a sentar com mais força, fazendo o carro balançar e o barulho de nossos corpos se chocando ficarem cada vez mais altos. Se alguém nos pegassem, estávamos fodidos. Completamente fodidos.

Mas estava tão bom, que perco a noção de tudo. Vinnie agora assumia o controle, me fodendo com rapidez e precisão. Meus gemidos só aumentavam, e porra, seu sorriso era o melhor disso tudo. Sinto cada vez mais que ia gozar.

Logo sinto o formigamento familiar, e a sensação maravilhosa chamada orgasmo me atingir, me fazendo tremer por inteira, e Vinnie gemer alto pela contração que fiz em seu pênis.

Tiro seu pau de dentro de mim, e Vinnie sem entender nada, me olha confuso. Me agacho, ficando na altura de seu pênis, e começo a chupá-lo devagar, só ouvindo seus gemidos gostosos. Aumento mais a velocidade vendo o quão excitado e necessitado ele estava daquilo, até ele gozar na minha boca.

-Puta que pariu.- Ele respira fundo, jogando a cabeça para trás, e me sento em seu colo, me deitando em seu peitoral, e lá estávamos nós, juntos e mais felizes do que nunca.

𝑫𝒊𝒈𝒂 𝒐 𝒎𝒆𝒖 𝒏𝒐𝒎𝒆 - 𝑽𝒊𝒏𝒏𝒊𝒆 𝑯𝒂𝒄𝒌𝒆𝒓Histórias para pegar e não largar. Descubra agora