Meredith era apenas uma menina de 20 anos que sonhava em fazer medicina, mas o curso era demasiado caro, então ela decidiu trabalhar para conseguir o dinheiro.
Derek era neurocirurgião, de momento numa pausa de medicina, na casa dos 40 que decidiu a...
POV. Meredith Acordei, com uma luz forte na cara. Olhei em volta, e assim que me levantei, senti uma dor forte na cabeça. Não devia ter bebido o tanto que bebi. Ainda estava muito sonolenta, e fui acordando aos poucos, tentando descobrir onde estava. Olhei para a roupa que tinha vestido, não era o vestido de ontem, era uma camisa branca. Levantei-me da cama devagar para não fazer barulho, e fui explorar o quarto. Era todo em tons de preto e cinzento, com uma janela enorme, que enquadrava uma vista magnífica de Seattle. Tinha poucas lembranças da noite de ontem, nem me lembro como vim parar a esta cama. Andei pelo quarto na esperança de ter alguma lembrança. -Perdida amor?- dei um pulo quando ouvi uma voz rouca atrás de mim.- Ei... Calma.- engoli em seco quando senti a sua mão na minha cintura. Era como se uma corrente elétrica tivesse passado pelo meu corpo inteiro, começando pela zona que recebeu o seu toque. -Derek...- Eu não conseguia falar, era como se tivesse perdido essa habilidade. Ele tinha esse poder sobre mim, e eu começava a odiar isso. -Meredith...- a forma como o meu nome saio dos seus lábios... Senti um arrepio passar pela minha coluna, arrepiando toda a minha pele, quando ele se aproximou de mim.- Começa a ficar difícil levar as coisas devagar quando apareces na minha frente, com apenas a minha camisa vestida.- olhei para cima, encarando-o como uma má menina, que tinha ido para a sala do diretor. -Sabes que não foi essa a minha intenção.- ele achava que eu era inocente? Eu tinha tudo menos inocência. Deixei escapar o telemóvel que tinha nas mãos, fazendo-o cair no chão. Não disse uma palavra, apenas virei-me de costas e baixei-me na sua frente. O meu rabo ficou perfeitamente encaixado na sua frente. Podia sentir a saliência das suas calças a roçar no tecido das minhas cuecas. Remexi-me um pouco e ouvi-o grunhir baixo. -Preciso que te vás vestir, tenho uma festa hoje e quero que vás comigo.- voltei a encara-lo, mas não disse mais nada, não queria que ele perdesse a cabeça. -Certo chefe.- tentei passar por ele, mas ele impediu-me, puxando o meu corpo para trás, pela cintura. -Eu não sou o teu chefe querida... -Certo... Daddy...- continuei o meu caminho para a casa de banho, e os seus olhos seguiram todo o meu trajeto. Desabotoei a camisa e deixei-a deslizar lentamente pela minha pele. Olhei para trás, por cima do ombro, e assim que ele começou a andar na minha direção, eu corri e fechei a porta.
POV. Derek Toda a inocência que achava que ela tinha, foi perdida ontem, porque hoje ela tem testado o meu controle com as suas provocações. Enquanto ela estava no banho, eu fui preparar algo para ela comer. Quando a ia chamar, ouço-a a descer as escadas do apartamento. Tinha pedido para comprarem algumas roupas, como por exemplo o vestido de ontem, mas ela escolheu a roupa mais provocadora que conseguiu encontrar.
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-Vamos?- eu estava boquiaberto com a beleza daquela menina. O tempo estava um pouco ventoso, e como ela tinha uma saia, o tecido esvoaçou, descobrindo a sua pele. -Meredith!- ela entrou no carro e ignorou-me complemente.- Meredith eu estava a chamar-te, é suposto responderes... Diz-me que tens algo vestido por baixo desse tecido minúsculo a que chamas de saia...- ela sorriu maliciosamente e pegou na minha mão, levando-a até si. -Porque não vês por ti próprio...- engoli em seco quando não senti tecido nenhum, muito pelo contrário, apenas senti pele. Uma pele suave e lisa.- Apenas ver Derek...- ela tirou a minha mão e depois de alguns segundos para me controlar, seguimos para a loja de roupa. Ajudei-a a sair do carro e seguimos para dentro do shopping. Ao andarmos, ela fez algo que me deixou surpreso. Ela pegou na minha mão e entrelaçou os nossos dedos. Andamos por várias lojas, mas nada lhe chamou à atenção. Rimos, algo que já não fazia genuinamente à algum tempo, brincámos e por fim, chegámos à última loja. -Pega em tudo o que achares bonito e encontra-me junto dos provadores.- aquela loja era uma loja de peças de design, e cada provador tinha um camarim privado, com sofás. Tínhamos até direito a champanhe. Ela experimentou dezenas de vestidos, mas nenhum foi o escolhido. -Ainda falta muito?- tinha reserva para almoçarmos, não queria chegar atrasado. -É o último.- ela demorou mais alguns segundos e depois saiu.- O que achas?- eu estava boquiaberto. -Nem por cima do meu cadáver vais com esse vestido para aquela festa.- ela levantou a sobrancelha em desafio.- Não tem praticamente nenhum lugar onde não mostra pele... Não, podes tirar, nós vamos embora.- ela andou até mim. Estava sentado a desfrutar do champanhe, e ela baixou-se para ficar ao mesmo nível que eu. -Pois é exatamente este que eu vou levar...- ela levantou-se e levou o vestido até à caixa. Esta mulher vai ser a minha morte...
Olá olá! Ai ai papito... Ela está a brincar com o fogo, será que se queima? 🔥 Um beijo, Bru