Twenty

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Aviso: Nesse capítulo tem conteúdo sexual explicito, caso não se sinta a vontade para ler é só pular desde o Louis cantando ''minha éguinha pocotó'' até as 00h40 de Sexta-feira.


''Sério que você vai perder a oportunidade de tirar a minha roupa?''


Casa do Styles, Quinta-feira.

19h30

Era, finalmente, o primeiro dia de cio. Tinha começado melhor do que Louis imaginava.

Depois de ter aquele momento sexual com Harry e passar a tarde toda com os Styles, ele voltou para casa com um sorriso de orelha a orelha, mesmo que quisesse ter ficado e dormido no meio dos trigêmeos. Acordou atrasado por causa de seu animal, decidindo por ficar em casa mesmo, as cólicas tinham aumentado e ele não estava com paciência para aguentar aqueles milhares de cheiros um pior que o outro. Andava pra lá e pra cá em casa com a compressa de água quente pressionada no final de sua barriga, gemendo cada vez que a dor aumentava.

Era o próprio inferno.

Estava tão imerso em sua dor que nem viu quem estava ligando, somente atendendo e esperando a voz robótica da cobrança falar para desligar, até mesmo seu choramingo de dor foi interrompido quando a voz linda de Alexander soou em seus ouvidos, perguntando se ele estava bem. Certamente, aquelas alfas eram birutinhas da cabeça, ou talvez muito cadelas, para simplesmente saírem correndo da escola só para cuidar do ômega com cólica, ao menos eles melhoraram a manhã de Louis em 100%. Precisaram ir embora de tarde para ajudar em alguma coisa na empresa de seu pai, mas ainda passaram o dia todinho trocando mensagens.

Agora Louis estava sentado na ilha da cozinha dos Styles, conversando sobre comidas que ele gostava com os trigêmeos. O ômega era chatíssimo para comer, tipo, muito mesmo.

— Então, você não come nenhuma verdura, nenhum vegetal, não come um tomate... Vem cá, como você sobrevive? – Harry perguntou, os três com caras de espanto.

— Qual é, dá para sobreviver assim. – Louis revirou os olhos ao responder.

— Gatinho, eu realmente não entendo como você está vivo. – Edward disse sincero, o ômega sorrindo pequeno pelo apelido.

— O que você come no dia a dia, então? – Alexander se pronunciou, encostado na ilha bem ao lado do menor.

— Sabe, minha mãe vem de outra cultura, e lá tem comidas muito gostosas que não precisam necessariamente desses alimentos, então sim, tem como sobreviver. – Contou, brincando com suas unhas.

— De onde ela vem? – O mais velho ficou do outro lado de Louis, bem próximo. Desde o dia anterior, depois que Harry pediu permissão e correu se exibir para seus irmãos que ele tinha visto a bunda do ômega sem nada, ou melhor, com uma calcinha, os outros dois ficavam mais próximos, meio enciumados pelo irmão ter tido a melhor vista de todas. Louis até tentou argumentar que era por isso que ele tinha medo de fazer essa coisa de um de cada vez, mas Edward o cortou antes que começasse seu discurso.

Eles iriam ter seus momentos, sabiam esperar.

— Do Brasil. – Sorriu ao falar, amava a cultura brasileira e todas as comidas que vinham com ela, principalmente os doces. – Ela me ensinou a fazer brigadeiro, é um doce de chocolate, muito gostoso.

— Eu ouvi doce e chocolate? – Gemma interrompeu a conversa, entrando na cozinha com seus pijamas de tons pastéis e olhando diretamente para o ômega. – Ok, agora você tem que fazer isso, é questão de vida ou morte, Louis.

Something told me it was you - aboHistórias para pegar e não largar. Descubra agora