No dia seguinte não foi para o escritório, temendo a ligação de Camila. Trabalhou em casa mesmo. Pediu almoço e continuou trabalhando, achou que enfiar a cabeça no trabalho seria a melhor coisa. Por volta das quatro da tarde um cliente ligou para esclarecer umas dúvidas.
- Olha, senhor Augusto, fica difícil lhe falar dos termos do processo, pois não tenho nada em mãos. Está tudo em meu escritório.
- Eu sei Juliette, mas estou com certa urgência. Peço até desculpa por ligar em sua casa, mas é que de fato preciso saber se posso pedir por mais essa indenização ou não.
Juliette respirou fundo, pensou que por ser um cliente muito bom, deveria fazer uma graça.
- Tudo bem, vamos ao meu escritório. Nos encontramos lá daqui uma hora.
Tomou um banho rápido e se arrumou, não quis um traje social como andava durante a semana, pois não estava em horário de trabalho. Vestiu uma calça jeans, um tênis e uma blusa de malha. Quando chegou Augusto já a esperava, os dois sentaram em sua sala e ela pôde esclarecer o que ele tanto pediu.
- Muito obrigado Juliette, sei que está de férias e que João foi quem pegou esse processo, mas sem querer desmerecê-lo, confio mais quando falo com você.
Ela sorriu toda satisfeita com o elogio e agradeceu.
- Eu agradeço a confiança senhor Augusto.
Levou o cliente até a porta e ia saindo também, quando pra seu desespero Camila saiu do elevador.
- Ainda bem que te achei aqui, preciso muito conversar com você.
- Estou de saída juíza. Podemos marcar na semana que vem. Só vim atender um cliente por extrema urgência.
- Meu caso é urgente também, conversamos ontem, lembra? – Camila falou dissimulando.
- Como eu lhe disse, no momento não posso resolver aquele problema. –Juliette olhava para Camila e para Augusto, que não entendia nada.
- Bom, eu vou indo, não quero atrapalhar. – Augusto aproveitou o elevador e desceu, largando as duas sozinhas.
Assim que se viu só com Juliette, a juíza foi logo avançando para cima dela.
- Claro que pode resolver meu problema.
Camila foi empurrando a promotora para dentro do escritório e bateu a porta, fechando-a.
- Como é que você descobre onde estou? Está me seguindo?
- Meu faro segue você, porque é a única capaz de resolver meu problema. – arrancou a blusa, ficando somente de sutiã e saia, além das sandálias. – Sei que você também quer... você não resiste. – arrancou a saia e mostrou-se somente com a lingerie de renda branca.
Juliette se afastava como se fugisse de uma onça. Olhava para Camila e sentia a respiração pesada.
- Vem Juliette, sou todinha sua... – Camila enfiou a própria mão dentro da calcinha e se masturbou, tinha uma expressão sexy e começou a gemer baixinho, aquilo ouriçou os instintos da morena. Juliette a empurrou para o sofá próximo enfiando a cabeça entre as pernas dela. O cheiro era luxuriante e ela não aguentou. Sugou o sexo de Camila até que ela não aguentasse mais e gemesse alto, fizeram sexo em cima da mesa, no chão, na cadeira. Camila a arranhava e gemia alucinada, fazendo Juliette perder a noção do que estava fazendo. A juíza ficou de quatro e empinou a bunda para Juliette, que enfiou os dedos em sua vagina e com estocadas fortes levou-a ao orgasmo, caindo no chão de cansaço.
- Estou morta, você acabou comigo.
Juliette nada falava, estava estática, com os olhos perdidos.
- Quer ir pra minha casa? Podemos tomar um banho relaxante de banheira e comer alguma coisa. Depois podemos ir pra cama...
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WAVE - SARIETTE |CONCLUÍDA
FanfictionJuliette Freire é uma mulher linda e rica, promotora de justiça. Não se apega, em suas relações amorosas. Isso muda quando conhece uma certa garota de olhos verdes. Sarah é uma jovem moça em busca de melhorar de vida. ADAPTAÇÃO... já foi adaptação n...
