Capítulo 112 - FIM

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Passaram as duas datas com as famílias reunidas serviu para aproximar todo mundo e trazer os laços familiares à tona. Por decisão própria, Evandro se mostrou mais amistoso e por várias vezes sentou pra conversar com Juliette. Ela contava do dia a dia nos tribunais e ele falava do sítio.

- Eles se dão bem – Sarah falou com a mãe enquanto os observava.

- Quem diria né?

- Juliette é inteligente, agradável, não vou puxar saco, mas não tem quem não goste dela.

- Confesso que ela me surpreende sempre. – Abadia sorriu.

Depois das festas veio o ano cheio de trabalho. Sarah voltou para o estúdio a toda e com gás extra pelo tempo em que ficou parada. Juliette também retornou a sua rotina e assim que se viu mais inteirada dos serviços do escritório, deu uns dias de folga para Beatriz e Guilherme.

- Rê, tenho gravação a tarde e não atendo ninguém. A não ser Juliette e a babá.

- Essa babá tem mais moral que eu! – Felipe chegou de surpresa e entrando na sala dela.

- Ei, que surpresa! Por que não avisou que vinha? – Sarah levantou para abraçá-lo.

- Tentei pegar você no flagra pra saber se está trabalhando. – brincou.

- Se dependesse dela, tava trabalhando há meses. – Rebeca falou. – Bom vou dar licença, qualquer coisa to na minha sala.

- Ela ta certa, por mim já tinha voltado, mas a médica recomendou repouso e Juliette fica no meu pé.

- Que isso Sarah. Você passou por uma fase delicada, tinha mais é que descansar e se recuperar. E o estúdio não ficou largado às traças.

- Agradeço por ter vindo pra cá me dar uma força. – sentou-se no sofá sendo acompanhada por ele.

- E quando é que você também não segurou a barra por mim? Não somos sócios, somos amigos. – sorriu. – Vim pra falar de novidades.

- Diga!

- Comprei um terreno em São Paulo e agora a produtora sai direito. Teremos estúdio para produção de comerciais e clipes.

- Sério?

- Só não te contei antes por conta da sua situação. E nem te consultei na verdade. Mas é que consegui um acordo com a prefeitura e esse terreno saiu por um preço excelente. A obra começa já.

- Felipe, que ótimo. – falou animada.

- Com isso vou precisar que você vá mais a São Paulo. – o sorriso foi amarelo. – Calma, não precisa mudar pra lá.

Sarah que tinha arregalado os olhos, agora colocava a mão no peito e se sentia aliviada.

- Deus do céu, achei que ia pedir pra eu voltar.

- Não, aqui as coisas estão caminhando muito bem, não teria sentido. Só que ter sua assinatura na produção vai ser de grande importância.

A loirinha ficava feliz com os elogios. Combinaram a ida dela com mais frequência para São Paulo e naquele dia mesmo Felipe voltou. Passou no apartamento para visitar os bebês rapidamente e logo pegou o avião. A noite Sarah contou a novidade a Juliette e comemoraram com muita mamadeira e fralda pra trocar.

- Vamos brindar! – Juliette falou.

- Isso, um brinde a essa nova empreitada.

Ergueram as mamadeiras e brindaram.

- A gente brinda e eles que bebem. – Juliette riu junto com a loirinha.

A vida das duas havia mudado radicalmente, se achavam que vida de casadas é mais quieta, a vida de mães era mais ainda no aspecto baladas. Já durante o dia nos finais de semana, sempre saíam para passear com as crianças. Faziam viagens curtas e sempre estavam em Mauá. Quando Helena e Henrique completaram um ano a festa foi quase um evento.

WAVE - SARIETTE |CONCLUÍDAOnde histórias criam vida. Descubra agora