A vida não é fácil, é faça!Outrora e Agora - O Teatro Mágico
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O grande dia finalmente amanheceu, trazendo um céu azul e refrescante. A preguiça me prendia à cama, mas um olhar rápido para o relógio me fez saltar, correndo para o banheiro para a higiene matinal.
Seria meu primeiro dia na empresa, não poderia me atrasar. Era na Jeon's, eu sei que tinha negado a vaga, mas o Nam é tão persuasivo e depois minha loba dizia que era para lá que eu deveria ir, e eu sempre escuto a Chin. Voltei ao quarto e escolhi uma roupa, que por sinal ficou linda em meu corpo, peguei meus pertences, saindo em direção ao meu trabalho.
Andei apressado, afinal, hoje seria a apresentação dos novos funcionários e receberíamos todas as orientações necessárias para nossa função.
À porta da empresa, a admiração e o nervosismo me dominavam. 'Que lugar incrível', pensei. 'Preciso entrar antes que me atrase'. A recepcionista, uma beta de uns 35 anos, me indicou o décimo andar. Subi, tentando aparentar calma, mas meu coração disparava e meu cheiro denunciava meu nervosismo.
No elevador, encontrei o homem mais deslumbrante que já vira, um alfa lúpus original. Seu aroma de licor de chocolate com amêndoas me enfeitiçou. Alto e imponente, com feições másculas e um porte régio, ele exalava poder, mas sua seriedade era intimidante.
Para o meu desespero, em certo momento o elevador deu um solavanco e parou, eu, já mole pelo cheiro do alfa, esbarrei nele, porém, ao encostar minha mão em seu braço, eu senti tanta dor que soltei rapidamente para não entrar em sua mente e ver o motivo.
Ao soltar, eu caí bem aos pés da muralha, ele que apenas me olhou, levantando a sobrancelha e apertando o botão da emergência, a criatura nem para me ajudar a levantar. O que tem de bonito tem de idiota. Espero nunca mais encontrar com esse idiota. Mentira, quero vê-lo todo dia.
O idiota, quer dizer, o homem, já foi ligando de seu celular e esculhambando todo mundo. Acho que era a terceirizada que cuidava dos elevadores daqui. Pense em um homem enfurecido, pensou? Era ele. E cada vez que ele gritava, eu me encolhia, escorado na parede do elevador, cerca de 20 minutos depois, o elevador voltava a funcionar. Esse homem deve ser Deus mesmo, porque o elevador voltou a funcionar muito rápido. No andar, ele saiu quase correndo e eu saí também, indo para o salão.
Ao adentrar no salão, que era deslumbrante, todo no branco, as cadeiras eram verdes bem vibrantes e as mesas redondas com toalhas num tom pastel também verde, todos os detalhes em dourado, o local era enorme e as mesas estavam juntas ao redor de um local como se fosse um pequeno púlpito, acho que para os poderosos falarem. Um luxo só. Dava para fazer um casamento da família real se existisse na Coreia.