Capítulo 1 - Jeon e família

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E quanto mais dor recebo, mais percebo que sou indestrutívelIndestrutível - Pabllo Vittar

A madrugada ainda envolvia o céu em tons escuros quando despertei, assombrado por memórias turbulentas

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A madrugada ainda envolvia o céu em tons escuros quando despertei, assombrado por memórias turbulentas. Buscando refúgio dos meus pensamentos sombrios, concentrei-me na análise das ações da Jeon's.”. Mas as lembranças me invadiram, transportando-me para um passado distante. Hoje, esses sentimentos estavam com força total. Fiquei lembrando de tudo, de toda a história macabra da minha vida.

Aos 26 anos, ao revisitar meu passado, deparei-me com uma infância solitária e marcada pela violência de meus pais. O ódio se tornara meu único companheiro constante. Sempre fui sozinho com meu irmão, eu, um alfa lúpus original, e meu irmão, um lúpus. Nossos pais viviam para gerenciar as empresas e curtir frivolidades. Jurei que não seria igual a eles.

Muitos me consideram um gênio, e talvez com razão, pois aos 17 anos já assumira a liderança das empresas, usurpando o poder de meus pais no dia do meu aniversário.

Eu os odiava. Apanhei por 17 anos como um criminoso, nunca tive amor, só violência, e eu era muito violento como me ensinaram, mas só com pessoas ruins. Meu irmão era meu catalisador, ele equilibrava meu lúpus violento com sua calma e amor. Era apenas 1 ano mais novo que eu, e não deixei que ele apanhasse igual a mim. Eu sempre dava um jeito de eles descontarem suas forças em mim, meu lobo me ajudava, e eu sempre fui muito inteligente e incompreendido por tamanha genialidade.

Meu lobo sempre me dizia que aos 17 anos eu iria me livrar de tudo isso. E aconteceu, eu lutei contra todos da família, já que eles sempre foram coniventes com a violência de meus pais e ainda por cima me tratavam muito mal. Eu poderia matar todos, mas usaria meu dom mais fascinante, a inteligência, e daria um golpe de mestre.

Com a astúcia de um hacker, invadi o sistema da empresa de meu pai, transferindo todos os seus bens para meu controle. A satisfação de despojar meus pais de sua arrogância foi indescritível, especialmente ao testemunhar o desprezo de seus amigos ricos.

Fora o patrimônio da família que meu pai também administrava e que eu também fiquei com tudo, deixei a família sem nada, eles ficaram apenas com seus bens, não seriam mais tão ricos, mas infelizmente não ficaram pobres como "papai e mamãe".

Minha risada ecoava, beirando as lágrimas, quando meu pai, tomado por um ódio cego, lançou-se contra mim. — Maldito! Sempre te odiamos! Você é um lixo! Vou te matar! — ele vociferou.

Ele vinha com os punhos cerrados, eu simplesmente ergui as mãos, o pegando pelo pescoço, eu via o ar acabando em seus pulmões, ele estava ficando cianótico, eu delirava de prazer. Jung-hyun entrou correndo e gritando para eu parar, que eu não poderia virar um assassino.

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