Condenada injustamente, Alba perde o amor da filha e passa quatro anos presa, o amor da sua vida havia caído na armadilha de sua "melhor amiga", então ao sair da prisão, sofrendo de uma terrível solidão, ela decide se vingar daquela que se dizia sua...
Os meses se passavam e Ivana não se manifestava, Alba estava entrando no final da gestação e Leonor estava morando com o casal pra ajudar quando o bebê chegasse e Cecília ia todos os dias visitá-los.
Alba: A Ivana está quieta demais pro meu gosto. (Acaricia a barriga).
Leonor: Posso garantir que no que depender de mim ela não chegará nem perto da família de vocês.
Cecília: Faço minhas as palavras da minha irmã.
Eladio: Agradeço a vocês duas, mas já coloquei seguranças por toda a residência pra garantir a segurança da minha mulher e dos meus filhos.
Valentin: Papai, quem é essa bruxa?
Eladio: Ninguém com quem vocês precisem se preocupar.
Alba: Crianças, venham sentir o bebê mexer. (Se acomoda no sofá).
Valentina: Eu quero sentir. (Corre até a mãe e sobe no sofá pra colocar a mão na barriga dela e sentir o bebê mexer).
Valentin: Também quero. (Faz o mesmo que a irmã).
Eladio: O que dá uma grande paz é saber que a chegada desse bebezinho se aproxima.
Alba: E com uma grande surpresa pra toda a família.
Todos: Que surpresa?
Alba: No dia do parto vocês saberão.
Eladio: Meu amor. (Vai até a amada e a ajuda a levantar). Quero que quando o bebê chegar nos casemos de novo. (Acaricia o rosto da amada).
Alba: Tão rápido? Nos casamos há poucos meses.
Eladio: Eu sei, mas dessa vez quero que tenhamos uma festa grande digna da rainha que é a minha mulher. (Sorri).
Alba: Que seja como você deseja, amor.
Valentina: Ai! (Suspira). O papai e a mamãe parecem príncipe e princesa dos contos de fadas.
Eladio: Concordo, a sua mãe foi uma verdadeira princesa, mas ela já foi promovida a rainha tem algum tempo. (Beija a amada).
Alba: E o seu pai é o meu rei.
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Mais tarde naquela mesma noite, todos já estavam deitados, mas Eladio e Alba estavam na sala assistindo um filme, quando de repente as contrações começaram.
Eladio: O que foi, meu amor?
Alba: As contrações começaram. (Respira fundo).
Eladio: Finalmente esse momento tão esperado chegou. (Beija a barriga da amada). Vou te levar pra banheira.
Alba: Não, amor.
Eladio: Por que não?
Alba: Minha gravidez é um pouco delicada pra ter um parto em casa.
Eladio: Está bem, então eu pego a bolsa da maternidade e vamos pro hospital.
Ivana: Não tão rápido. (Invade segurando uma faca).
Eladio: Como entrou aqui?
Ivana: Em primeiro lugar isso é um ataque e em segundo lugar meu irmão foi soldado e tem muitos truques na manga.
Ivan: Suficiente pra derrubar todos os seus seguranças sozinho.
Ivana: Agora eu vou levar a sua mulherzinha.
Eladio: Se você machucar os meus tesouros, eu...
Ivan: Parado aí. (Aponta a arma pra ele).
Ivana: Já temos quem queríamos, agora vamos. (Foge com o irmão e com Alba).
Eladio: Não vão conseguir o que querem.
Com sua fé nas alturas, Eladio pegou a bolsa da maternidade e saiu sem acordar ninguém, então começou a seguir o carro de Ivana, sendo guiado por uma força maior e em questão de pouco tempo ele alcançou o carro, então sem ter alternativa Ivana parou o carro e desceu com o irmão e Alba.
Ivan: Parado ou eu atiro. (Aponta a arma pra Eladio).
Alba: Amor, cuidado. (Assustada).
Eladio: Aperte o gatilho, eu venho em nome do amor e não terei medo de uma arma, Ivan.
Ivan: Você que pediu por isso. (Tenta atirar e a arma falha). Porcaria de arma.
Eladio: Solte a minha mulher, Ivana.
Ivana: Não sem matá-la. (Começa a cortar a barriga de Alba com a faca).
Polícia: Parados e mãos na cabeça. (Apontam as armas).
Ivan: Faz o que eles mandam, irmãzinha. (Coloca as mãos na cabeça).
Ivana: Vocês venceram, mas eu volto. (Solta Alba e coloca as mãos na cabeça).
Eladio: Meu amor, você está bem? Está sangrando. (Preocupado).
Alba: Tudo bem, o corte não foi profundo, mas vamos pro hospital porque darei à luz a qualquer momento. (Sente uma contração).
Assim que chegaram no hospital, os médicos começaram a atender Alba e Eladio colocou a roupa apropriada pra entrar e assistir o nascimento do filho ou filha.
Enfermeira: Nasceu o príncipe. (Mostra o pequeno pros pais e o leva pra tomar banho).
Eladio: Ele é lindo. (Emocionado).
Médica: Ainda não acabou, papai. (Ri).
Eladio: Que? (Surpresos).
Enfermeira 2: Nasceu uma princesa. (Repetiu o processo feito com o primeiro bebê).
Médica: Mais uma vez.
Enfermeira 3: Nasceu outro príncipe. (Repetiu o processo dos outros bebês).
Médica: Cuida o coração que ainda não acabou, papai.
Enfermeira 4: Nasceu outra princesa. (Repetiu o processo com o último bebê).
Médica: Parabéns, vocês são pais de quádruplos.
Eladio: Quatro? (Desmaia).
Alba e a médica riram da reação de Eladio e logo após ter tido seu ferimento tratado ela foi transferida pro quarto, os bebês eram fortes e saudáveis e nasceram com o intervalo de oito minutos cada um.