Quando o destino de duas pessoas se cruzam, não há tempo e nem distância capazes de separá-los.
O impossível se torna possível, e até mesmo a estrela mais distante no vasto universo, pode ir ao seu encontro.
Mas você estaria disposto a aceitá-l...
De volta em a sua casa, Raphael, passou os próximos minutos sentado no sofá de sua sala, preso em seus pensamentos, o impossível se fazia possível, e a estrela mais distante, estava a alguns metros de sua casa, e isso o deixava em estado de êxtase.
Não demorou para que Ana, adentrasse pela porta e rapidamente viesse a notar, o estado de seu filho, e isso a fez se sentar ao lado dele, impressionada, ao vê-lo sentando no sofá, olhando para o teto, suspirando a cada três segundos.
— Ei... Alguém em casa? — Indagou Ana, acariciando, os cabelos de seu filho.
— Ela está aqui... — Disse Raphael, ainda preso em seus pensamentos.
— Aqui? Menino, você está bem? — Perguntou Ana, encarando seu filho.
— Estou ótimo.... Eu vê um anjo... — Declarou Raphael, suspirando com mais intensidade.
— Eita! Cuidado, com esses anjos hein? Nem sempre são o que esperamos. — Comentou Ana.
— Ela é muito mais que um anjooo ... — Proferiu Raphael.
— Quem é essa? Eu conheço? — Perguntou Ana, cruzando os braços ainda o encarando.
— Não, na verdade, me responde, uma coisa, a dona Maria, disse alguma vez, que era parente da Gabi Martins? — Indagou Raphael, olhando para sua mãe.
— Hahahah... Então o anjo, é ela, uai filho, teve um tempo que ela me falou, quando estávamos falando sobre uma nora perfeita , aí acabei falando de sua paixão platônica por essa garota, aí ela disse, que era tia avó dela, mais faz um tempo, porque? — Perguntou Ana.
— Eu faço as perguntas aqui, mãe, porque nunca, me falou isso? — Indagou Raphael.
— Ela mexeu mesmo com você, olha isso não iria fazer diferença, porque elas, mal tinham contato, e essa garota, é uma estrela da música, bem pelo menos era, e eu não queria, te iludir. — Justificou Ana.
— Pois saiba que ela está na casa da dona Maria, e agora, não sei o que fazer. — Afirmou Raphael.
— Uauuu... me conta mais. — Pediu Ana.
— Não sei muito, nem sabia dessas falsas acusações, que estão atrapalhando, só sei, que ela está ali a alguns metros da aqui, e não sei o que fazer. — Disse Raphael.
— Primeiro, tenha calma, nada de fazer loucuras, ela é uma garota como todas as outras, não é nenhuma deusa, então, haja naturalmente, ela deve estar entediada de pessoas, sempre a bajulando, e esse momento que ela está enfrentando, talvez ela queira, se isolar um pouco. — Proferiu Ana.
— Ou precisa de alguém, para animá-la. — Afirmou Raphael.
— Raphael! O que está pensando? — Indagou Ana.
— Nada demais, amanhã logo cedo tenho um servicinho para fazer na casa da dona Maria. — Falou Raphael, se levantando.
— Agora, vai fazer com mais gosto, mas.... Por favor, aja naturalmente. — Pediu Ana.
— Pode deixar mãe, serei eu mesmo, e farei meu sábado o melhor de todos. — Proferiu Raphael, indo para seu quarto.
— Deus te abençoe, é... Filho tome cuidado para não se machucar. — Sussurrou Ana, o vendo, entrar no quarto.
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