Pétalas brancas queimando ao vento

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Joseph chegou no acampamento e andou até sua cabana que ele compartilhava com Golden, ele subiu a pequena escada de três degraus e bateu na porta.

Golden – Quem é?

Joseph – Eu, Joseph.

Golden abriu a porta, o tigre amarelo vestia uma camisa branca com um short azul escuro.

Golden – Joseph!! Aonde se meteu? – Perguntou o tigre amarelo de cabelos pretos. – E o que aconteceu com você? – Continuou ele ao ver as roupas de Joseph rasgadas e sangue no lobo.

Joseph – Eu acabei sendo abordado por um Arlequim maluco da Lua Sangrenta – Falou Joseph entrando na cabana e arrumando seus cabelos. – Por que não consigo me impressionar com isso? – Continuou ele.

Golden – Espera, Lua Sangrenta? – Perguntou Golden assustado enquanto fechava a porta.

Joseph – Sim, foi o que eu disse.

Golden – E....el....eles estão aqui!!! – Gritou Golden assustado, ele tremia muito, Joseph olhou para ele e respondeu

Joseph – Claro, você achava que as férias seriam para descansar? Dos estudos sim, mas de uma organização criminosa não. – Falou ele calmamente.

Golden – Que merda..., mas qual o objetivo deles desta vez? – Perguntou Golden.

Joseph – Sei lá, só sei de uma coisa. – Falou Joseph com confiança e fazendo um alongamento com os braços.

Golden – O que? – Perguntou ele curioso. Seus olhos brilhavam como um discípulo diante de seu mestre.

Joseph – Preciso tomar um banho e cuidar desses machucados. – Falou o lobo enfim. – Espero que o banheiro coletivo não esteje cheio, enfim até. Tranque a porta, ok?

Joseph saiu de sua cabana e foi em direção ao banheiro, já Golden fechou e trancou a porta e se deitou em sua cama.

Golden – Como a atitude do Joseph não me impressiona?! – Ele se perguntou emburrado.

Enquanto isso, na cabana 13:

Carlos – Oi, voltei. – Falou Carlos usando uma camiseta cinza de mangas curtas com estampa de um tubarão e uma bermuda cinza, ele voltava do banheiro coletivo após o banho e carregava consigo sua toalha pelo ombro direito.

Max – Oi... – Falou Max sem muita animação na voz, ele observava a paisagem pela janela.

Carlos – Aconteceu algo? – Perguntou Carlos enquanto deixava sua toalha na cadeira da escrivaninha.

Max – Nada, por que? – Retrucou Max olhando para Carlos.

Carlos – Nada não, só me importo com você. – Falou Carlos abraçando Max por trás.

Max tocou nos antebraços de Carlos, ele fitou a raposa colocando sua cabeça no peitoral de Carlos que era uns 5 centímetros mais alto que Max. Max sorriu para Carlos e juntos selaram seus lábios em um beijo calmo e doce, Max se livrou do abraço facilmente e se espreguiçou.

Carlos – Ei, aonde vai? E eu aqui? – Perguntou Carlos fazendo uma pequena zoação com Max.

Max – Ah é, tem isso, enfim o que quer? – Falou Max entrando na brincadeira.

Carlos – O que você acha?

Max – Ok, quer que eu traga algo para você comer? Estou com fome e vou ao refeitório. Fale ou cale-se para sempre.

Carlos – Então tá, traz qualquer coisa. – Disse Carlos emburrado por sua brincadeira ter falhado.

Max – Ok então, eu já volto.

Max (Uma história furry) 5 temporada: Acampamento de fériasOnde histórias criam vida. Descubra agora