Sinopse:
A vida adulta começa a cobrar seu preço em algum momento. Kya vendo que a maturidade ameaça distanciá-la daqueles que ama e com quem cresceu insiste por uma semana de férias nas Ilhas Ember, especialmente para passar um tempo com Lin Beifon...
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Notas do Autor
Yo! E chegamos ao fim de mais uma história! Espero que apreciem enormemente esse texto, tanto quanto eu tive prazer em escrevê-lo. Além disso recomendo a leitura de "Implacável como o Tempo" após Maremoto, pois os leitores novos vão poder dar segmento na história de amor de Kya e Lin e os veteranos, já acostumados com minhas histórias vão perceber que Maremoto adiciona deliciosas camadas novas naquela história tão queridinha por todos nós. E no mais, me permitam agradecer e exaltar as maravilhosas @naluoliveira_, @DoubleLariatt e @dark_mour por terem corrigido, revisado e betado para mim cada um dos capítulos que vos trouxe. Elas são magníficas escritoras também e merecem todos os louros! Então se vocês gostam do que eu escrevo, sugiro que as leiam também!
Agradeço de coração a todos que se dispuseram a comentar, favoritar e divulgar meus textos aos amigos, isso me ajuda, me anima e me motiva de uma forma que vocês não fazem ideia! Espero por vocês nos comentários!
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Lin
As três semanas que se passaram após a volta das férias na ilha Ember foram loucas e frenéticas. Não demorou para que a imprensa soubesse da sindicância instaurada para apurar a morte de um policial por fogo amigo e os jornais só falavam sobre isso. Reviraram a vida do cara de forma sensacionalista e pouco respeitosa, com fotos dele beijando rapazes em clubes noturnos estampando as primeiras páginas, como se policiais não tivessem direito a ter uma vida além do uniforme ou mesmo como se todo mundo não fizesse o mesmo de alguma forma. Parentes e amigos precisaram ser postos sob proteção policial, mas como a própria polícia estava em investigação, tudo parecia um enorme barril de pólvora prestes a explodir. Nunca vira um caso se desenrolar tão rápido e nem exaurir tanto a Chefe, mas a pressão para que uma resposta fosse dada era enorme e isso fazia as coisas acontecerem. Impressionante como um policial gay parecia chocar mais as pessoas do que um policial assassino e isso fazia o sangue de Lin ferver!
Não conseguia colocar limites em Suyin e com a aproximação das provas da polícia simplesmente passou a sequer tentar em alguns momentos. Precisava repetir para si mesma que não era mãe de sua irmã caçula e, portanto, não podia e nem deveria dar limites e controlar a pequena insuportável, mas isso era um exercício diário de paciência e autocontrole. Sokka vinha ver como as coisas estavam e trazia compras para abastecer a dispensa, além de comparecer na reunião de pais da pestinha, já que sua mãe estava ocupada demais para ir. Kya aparecia quase todos os dias e deixava a comida pronta para que pudessem apenas esquentar durante as refeições, além de ajudar com o trabalho doméstico, essas coisas a aliviavam enormemente do peso diário e lhe permitiam focar. Elas nunca mais conversaram sobre aquele incidente em Ember, e parecia haver uma aura de palavras não ditas suspensas no ar sempre que estavam juntas. Não sabia o que faria se não fosse pela dobra de cura da mais velha que lhe impediu de se machucar quando exagerou nos treinos preparatórios.