15. Safe Place

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Oi pessoal, autora aqui, nem sei por onde começar, vamos lá então, passei duas semanas com crises de enxaqueca, fiz exames, fiquei internada, fiz raio-x é um monte de coisa até fazer a cirurgia do siso. Até descobrirmos a causa e graças a Deus descobrimos. Amanhã será a segunda cirurgia mas resolvi deixar um capítulo prontinho aqui pra vocês. Me perdoem o sumiço, prometo ir escrevendo aos poucos mesmo depois dessa outra cirurgia. A recuperação dela é tranquila, só a dor de cabeça que não me permite mexer muito no celular. Mas é isso, espero que perdoem a autora aqui e curtam esse capítulo.
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Aquela noite não foi tão fácil quanto todas esperavam. Emma acordou chorando por volta de 1 da manhã chorando, o que fez com que acordasse Chloe também, Travis entrando em seu quarto e tentando acalmá-las de volta, mas percebeu que isso levaria tempo, e teve a ideia de levar ambas as garotinhas pra dormir com ele no quarto de hóspedes, e foi o que fez.  Chloe voltou a dormir rapidamente, mas Emma ficou acordada e agitada por quase duas horas, Travis tentando de tudo para deixá-la confortável. Eventualmente, a criança adormeceu, Travis aproveitando pra dormir também.

Enquanto isso, no outro quarto, Carina também não dormia bem. Ela adormecia e acordava rapidamente se sentindo muito quente ou muito gelada, se revirando na cama e se sentindo horrível. Maya estava muito acordada enquanto Carina se sentia péssima com aquela sensação que atingia seu corpo, a loira então levantando-se e pegando um pano frio e colocando sob a testa da esposa.

"Vou descer, preciso dormir lá embaixo", disse Carina por volta da 1h da manhã, "Você precisa dormir e eu estou te mantendo acordada."

"Amor, está tudo bem," Maya disse enquanto colocava o pano na testa fervente da italiana, "Apenas relaxe."

"Você precisa dormir", disse Carina, "desse jeito não vou deixar você dormir."

"Estou bem", disse Maya, acariciando suavemente a bochecha fervente de Carina, "acho que precisamos te dar remédio."

Carina assentiu, Maya foi ao banheiro e pegou Tylenol, levando para sua esposa. Ela observava as lágrimas começarem a escorrer pela bochecha da italiana involuntariamente enquanto ela engolia as pílulas.

"Obrigada," Carina disse baixinho, enxugando o rosto antes de começar a coçar a mão.

"Carina, deixe-me ver sua mão," Maya suspirou.

"O que...?" Carina disse, estendendo a mão, claramente nem percebendo que estava coçando.

"Oh, querida parece que são as bolhas que você tanto falava dessa síndrome" Maya suspirou, "Você não pode coçar. Vou ver se temos algum creme no banheiro".

"Maya, você precisa dormir", disse Carina, movendo-se para se levantar.

"Carina não se levante", disse Maya, "estou bem. Seu irmão estará aqui o dia todo amanhã para ajudar com as meninas para que possamos dormir se precisarmos"

Carina não disse mais nada, sabendo que 1h30 não era hora de discutir e que Maya provavelmente estava certa porque ela estava realmente tonta de novo. A loira voltou alguns minutos depois com um frasco de loção de calamina, algumas bolas de algodão e um par de luvas.

"Eu posso passar", disse Carina, pegando o frasco de sua esposa.

Maya a deixou, voltando para a cama enquanto Carina passava a loção em suas mãos.

"Coloque as luvas também", disse Maya, olhando para ela, "Você não precisa se coçar quando está dormindo."

"Tudo bem," Carina suspirou, colocando as luvas uma porque Maya disse a ela e duas porque ela estava no meio de outra rodada de calafrios e ela sabia que as luvas a deixariam mais quente.

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