Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ*:..*:..。o○ Problems of a lifetime ○o。..:*..:*Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ
◦•●◉✿ 𝐶𝑎𝑝𝑖́𝑡𝑢𝑙𝑜 11 : Bônus: Uma noite para matar saudade. ✿◉●•◦
ʚ Dazai Osamu POVɞ
Era meio-dia e o sol brilhava alto no céu, fazendo assim o dia ser quente e ensolarado. Era sábado e estávamos todos em casa.— AAaaahhh — Fumiya dizia aborrecido enquanto se deitava no chão frio da sala. — Podemos ir almoçar? — O garoto de olhos azuis pergunta enquanto se levantava.
— Podemos sim. — Chuuya diz levantando-se e caminhando até à cozinha. — Osamu, não vens? — Ele grita do local onde estava.
— Já vooou! — Eu grito de forma preguiçosa. — Que preguiça. — Levanto-me e vou até eles. — Querem comer bolinhos de arroz? — Pergunto, obtendo respostas animadas.
— Siiimm!! — Meu filho adorava bolinhos de arroz, mas não tanto quanto gostava de caranguejo. — Pai, hoje posso passear com Ranpo e Atsushi e fazer uma festa do pijama? — Ele pergunta para o ruivo.
— Podes, filho. — O mais velho diz enquanto põe os pratos na mesa. — Eles deixaram? — Acaba e senta-se na mesa.
— Aqui. — Ponho a comida nos pratos de cada um.
— Deixaram, sim. — Fumiya diz alegre. — Vamos passear pelo parque de diversões!! — A inquietação gritava na fala do mais novo. — Vai ser um máximo! — Ele comia de forma apressada.
— Come devagar, filho. — Eu ponho a mão em seu ombro e começo a comer. — Ainda morres engasgado!
— Dazai! — Chuuya dá-me um murro fraco no braço. — Isso não é muito drama? — Ele faz uma cara zangada. — Tenham juízo!
— Hehe. — Solto um riso. — Mas come mais devagar. O parque não vai fugir. — Olho para Fumiya.
— Teu pai tem razão. Vamos ter calma. — O ruivo olha para seu filho e volta a comer.
Após o almoço, limpamos a cozinha e arrumamos toda a louça.
— Já está na hora! — Fumiya diz animado. — Posso ir?? — Pergunta inquieto já com as malas prontas.
— Vamos levar-te lá, tenho coisas a fazer na Agência. — Eu digo pegando no meu casaco castanho.
— Mas é fim de semana. — Chuuya põe as mãos na cintura.
— Sim, mas tenho que entregar um relatório a Kunikida. —Explico pegando nos papéis citados.
— Eu posso levá-lo até ele, assim vocês não têm que subir até lá acima. — O mais baixo diz, oferecendo-se para levar os documentos.
— Ok. Obrigado! — Agradeço ao menor e abro a porta de casa. — Vamos? — Pergunto, recebendo respostas positivas.
Assim saímos de casa e caminhamos pelas ruas de Yokohama até ao prédio da Agência de detetives armados.
A caminhada foi calma e ouvimos Fumiya contar como seria a visita ao parque. Ele estava realmente animado. Não era a primeira vez que ia a um parque de diversões, mas era a primeira vez que ia fazer uma festa de pijama.
Ele gostava de ficar na presença de pessoas confiáveis e divertidas.— Chegamos. — Fumiya abraça-me e logo em seguida abraça o ruivo.— Adoro-vos! — Ele olha para nós.
— Também te adoramos, Fumiya. — Nós dizemos em uníssono.
— Levas os papéis? — pergunto com os documentos na mão.
— Claro. — Ele sorri e estica a mão para que eu lhe dê os papéis. — Até amanhã!! — Diz e entra no prédio da Agência.
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FantasíaQuando durante um dia normal na Agência, Dazai Osamu recebe um telefonema em pedido de ajuda. Chuuya estava doente.