Arrepios e sorrisos

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"Veja pai, eu disse a você que ele era diabólico." Sam disse enquanto olhava para o tabuleiro do jogo Risk, agora coberto apenas por peças vermelhas.

John Winchester olhou para Cass com afeição e admiração: "Esse foi o melhor jogo de Risk que já joguei. Você é um oponente digno, jovem."

Cass corou, "Obrigado, senhor. Eu me diverti muito lutando contra você.

Ele sorriu para Mary, "Posso roubar seu marido e levá-lo para casa comigo? Não é sempre que encontro alguém que goste de um bom jogo de tabuleiro tanto quanto eu."

Uma risada escapou dos lábios sorridentes de Mary, "Querido, vou fazer as malas dele. Ele é todo seu. Ele está sempre tentando me fazer jogar sua montanha de jogos e eu prefiro ler o último romance de Susan Elizabeth Phillip."

John foi até sua esposa e a beijou com tanto amor que foi além de adorável. "Se você não cozinhasse tão bem, mulher, eu seguiria Cass para casa num piscar de olhos."

Adoração brilhou nos olhos da mulher mais velha enquanto ela olhava para seu homem, "Vou dar a ele todas as minhas receitas."

"Ok, ok vocês dois, arranjem um quarto." Sam disse enquanto seus pais se beijavam e olhavam ainda mais nos olhos um do outro.

"Não dê ouvidos ao seu filho. Acho lindo ver duas pessoas tão profundamente apaixonadas depois de quarenta e tantos anos de casamento."

"Suga"

"Dor na..."

"Pelo amor de Deus, vocês dois, deixem para lá. Caramba, John, eu juraria que eles são irmãos pela maneira como se comportam. Tem certeza de que não se esgueirou para o Texas há vinte e oito anos?

John olhou para Cass e sorriu: "Eu seria um cara de sorte se tivesse outro filho como ele."

Um grande sorriso estampado no rosto de Cass. "Awww obrigado."

Sam apenas revirou os olhos. "Deus nos ajude a todos."

"Ajudar-nos com o quê, Tio Sam?" Jack perguntou enquanto caminhava para a sala de estar. Ele estava jogando seu bloco de salto em seu quarto desde o café da manhã.

"Com elfos malignos que me deixam louco."

Jack riu quando Cass mostrou a língua para o Tio Sam.

Nesse momento, Mick entrou vestindo o avental de seus esforços matinais no estúdio. Ele gostava de ver as pessoas em sua casa. Essa foi a razão pela qual ele veio falar com a família de Sam.

"Ei pessoal. Eu sei que você tem uma suíte de hotel em Dallas durante a semana, mas o que você diria sobre ficar aqui? Eu não posso te dizer como é bom ter vocês em casa.

Mary e John se entreolharam e sorriram para Mick. O rosto de Mary sorriu: "Mick, seria uma maneira adorável de passar nosso tempo no Texas. Sua casa é linda e nós gostamos de estar aqui. Tenho certeza que Dean não se importaria.

Mick sorriu, "Incrível."

"Devo perguntar a Dean sobre isso, já que tenho que ajudá-lo com aquela música?" Cass perguntou a Mary e John.

"Claro, Cass, seria uma ótima ideia. Ainda bem que alguém nesta família tem afinação perfeita além de Dean. John disse enquanto piscava para Cass.

"Ei! Eu também tenho afinação perfeita." Sam disse com toda a seriedade.

As risadas de Mary e John ecoaram alto pela sala. Mary beijou a caçula na testa: "Filho, você pode ter arremesso perfeito com uma bola de futebol, mas não consegue nem cantar estrelinha sem que os gatos vadios pensem que seu líder está chamando".

When Love Takes Center Stage (Destiel) PT- BrasilHistórias para pegar e não largar. Descubra agora