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Pov's Emma

07:00

Acordo com um barulho insuportável de celular tocando.
Passo a mão pela mesinha de cabeceira e sinto o telefone vibrando em minhas mãos.
Pego e atendo.

Alô - falei com a voz rouca.

Tom? - a voz de Bill ecoou.

Ele dormindo Bibo.

Emma? Vocês estão juntos?

Tipo isso.

Como assim?

A surpresa da July está aqui em casa. - menti.

Emma o que tá rolando?

Nada Bibo.

Ok, mais tarde a gente conversa.

Tudo bem, tchau.

Falei e ele desligou.

— Quem era bebê? - Tom perguntou sonolento.

— Bill. Agora temos que preparar uma surpresa para July.

— O que? Por que?

— Por que esse é o motivo pelo qual você dormiu aqui.

— Que merda.

Ele disse e me puxou para o peito dele.

— Sabe que isso é errado, não sabe? - eu falei.

— Isso o que?

— A gente Tom.

— Para Emma, poxa eu gosto de você mesmo, mas eu não posso terminar, você sabe.

— Eu sei, mas ainda somos amigas.

— Quando que você vai entender que a July nunca foi sua amiga? Ela sempre quis ser você, tudo que você queria ela comprava antes, qualquer garoto que você gostava ela pegava, ela não quer o seu bem Emma.

— Como você tem tanta certeza disso tudo?

— Eu sou um exemplo. Todo mundo sabia que você gostava de mim, e ela começou a dar em cima de mim.

— É, e você deu bola.

— Por que eu achava que você não gostava de mim também.

— Perai, o que?

— É, eu gostava de você, na real, eu gosto de você.

— E por que está com ela por todo esse tempo?

— Por que eu já estava acostumado com a presença dela, a ter uma foda garantida.

— Eu não tenho tanta certeza.

— Acredita em mim, bebê, eu juro.

— Eu estou meio confusa, isso para mim ainda é errado.

— Se você quiser eu posso te dar um tempo, mas não me deixa Emma, é só isso que eu te peço.

— Tudo bem. Agora você precisa ir, marcou de sair com a July, lembra?

— Que merda, eu queria passar o dia inteiro com você.

— Você precisa ir, e enquanto isso eu vou preparar alguma surpresa para ela.

— Ok, mas saiba que eu prefiro mil vezes você, e por mim, eu ficaria aqui mesmo, ao seu lado.

— Anda logo Tom!

— Como você é chata. - ele revirou os olhos.

Ele se levantou e se vestiu, ele se dirigiu ao banheiro, pegou uma escova nova e fez sua higiene.

— Eu vou sentir saudade. - ele disse quando saiu do banheiro.

— Você vai estar com a July, não vai pensar em mim.

— Pensarei em você o tempo todo. - ele disse e eu ri.

— Duvido.

— Me pau no seu ouvido. - ele disse e eu gargalhei.

— Vai se fuder. - ele riu junto.

— Você precisa ir. - falei.

— Estou indo. Me da um beijinho vai. - ele fez cara de cachorro pidão e eu ri.

Como eu ainda estava deitada eu apenas abri os braços em sinal de abraço e ele sorriu vindo até mim e se encaixando em meus braços.
Ele olhou para mim e selou nossos lábios.

— De noite iremos sair, eu e você. - ele disse assim que nos separamos.

— Não vamos não. - falei.

— Vamos ver então.

— Tchau Tom, tchau.

Ele me deu outro selinho e saiu.

Eu preciso resolver minha vida.

Continua.

Oii amores, perdão por não aparecer hoje, minha família estava em casa, mas aqui está o capítulo de hoje.

Amo vocês!

Beijinhos, até a próxima!

𝘗𝘦𝘤𝘢𝘥𝘰 | 𝘛𝘰𝘮 𝘒𝘢𝘶𝘭𝘪𝘵𝘻Onde histórias criam vida. Descubra agora