Capítulo 16

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Caroline Forbes |•

Estou chateada, já faz três dias que meus amigos e minha mãe foram embora, mas sei que Mystic Falls precisa dos cuidados deles.

Estava brava com o Klaus, ele tem que entender que antes de pensar em ser a ex (namorada) dele eu tenho uma família e amo eles. Não posso simplesmente excluir esses laços.

Apesar de tudo tem uma coisa que vem distraindo a minha mente. Nunca fui tão mimada como estou sendo durante esses três dias, Klaus quando não está atrás de mim, fica da rua me mandando mensagem perguntando se estou bem. Eu gosto disso, não vou mentir, mas acho que já deu esse gelo todo.

-- Aí! Você é açougueira? -- Hayley puxa a mão. -- Achei que fosse fazer minha unha e não arrancar o meu dedo. -- Leva o dedo até a boca

-- Desculpa, está sendo impossível me concentrar. -- Bufo em frustração e jogo a cabeça para trás.

-- Tudo bem. Mas, me conta, por que você está assim? -- Vira o corpo em minha direção se ajeitando melhor no sofá.

-- Não é nada, apenas estou aborrecida porque as coisas não tem dado certo. -- Dou de ombros e olho para ela.

-- Entendo, mas espero que tudo se resolva o quanto antes e que esse bebê venha ao mundo com tudo um pouco mais calmo. -- Suspira acariciando a barriga.

-- Vai dar tudo certo, você vai ver. -- Tento passar confiança e sorrio fraco. -- Já está quase na hora do almoço, cadê o Klaus?

-- Não faço ideia, Caroline. -- Ela da de ombros. -- Para quem estar dando um gelo no Klaus você está me parecendo ansiosa para ver ele.

-- Estou pensando em parar com isso, ele errou, mas se eu parar de falar com o Klaus toda vez que ele erra, nunca mais terei que abrir a boca perto dele. -- Zombo e ela ri.

-- Pergunta um dos vampiros, eles devem saber onde o Klaus está. -- Sugere e abro um sorriso.

-- Vou fazer isso, mas só por curiosidade. -- Me levanto e ajeito meu vestido. -- Já volto.

Ela concorda com a cabeça e eu vou em direção a porta para ir atrás de um vampiro. Chego ao lado de fora, vejo quatro vampiros conversando.

-- Um de vocês, venha aqui. Por favor. -- Chamo e eles me ignoram. -- Estão surdos ou vou ter que ligar para o Klaus?

Eles ficam alerta e uma mulher se aproxima de mim, pergunto ela se a mesma sabe do paradeiro do Klaus, ela diz que não e que se soubesse não poderia me informar.

Não gostei da resposta dela, mas não posso fazer nada. Entro novamente e volto a conversar com Hayley.

(...)

Nunca estive tão no tédio como agora, se eu sair tenho que carregar um monte de vampiros e ainda corro o risco de ser sequestrada e ficando morrerei de tédio, não tem nada para fazer de interessante.

–– Hayley, deve ter algo para fazer aqui. Não é possível. –– Como outra colherada de pasta de amendoim.

–– Poderíamos investigar as quinquilharias do Klaus, faço isso as vezes. –– Sorri e pega o pote da minha mão.

–– Mentira? –– Olho surpresa para ela. –– Qual foi a coisa mais estranha que você já achou?

–– Se eu contar você não acredita. –– Sorri colocando a mão na boca. –– Sabe àqueles cintos de castidade que vemos apenas em livros de história? Então... –– Diz e eu fico de boca aberta.

–– Nã-... –– Digo desacreditada e nego com a cabeça. –– Por que diabos ele tem isso? –– Abro um sorriso ainda sem acreditar.

–– Não faço ideia, mas tenho minhas suspeitas. –– Ela dá de ombros e me devolve o pote. –– Uma delas é, para a Rebekah que gostava de namorar bastante.

Essa é a nossa vez || Klaroline Histórias para pegar e não largar. Descubra agora