estávamos no balneário a conversar, porque no balneário? não sei, quando estávamos lá começamos conversar e depois pronto, ficamos la a conversar o resto
-que vadia!- eu disse quando o João falou sobre uma das suas ficantes sérias meio que o traiu -ficas-te ofendida?- o Nico perguntou -claro, ela traiu o meu puto- eu disse e o João abraçou-me-aqui esta a minha maior devensora- nós rimos
Em algum momento que eu não sei determinar quando aconteceu Musa juntou-se a conversa, não prestava muito atenção a presença dele naquele local, um milagre eu diria, afinal sempre que estamos juntos no mesmo lugar discutimos
-que lindos- o croata disse ironico, eu ainda nem tinha ouvido a voz dele hoje, eu secalhar ouvi e o meu cérebro ignoro-a -claro- o João respondeu
Eu não ia responder, acordei com dores de cabeça e elas ainda estavam a passar, discutir agora não seria o mais inteligente
O croata levantou para pegar na sua água e eu reparei em algumas manchas vermelhas escura na sua camisola, mais escuras que a cor na camisola, em varios lugares do abdómen
-o que é isso na tua camisola?- eu perguntei ao croata que olhou para a camisola -nada- eu levantei-me e andei te ele, eu forcei-o a tirar a camisola, mesmo com o "colete" que ele usava dava para ver claramente varios cortes abertos no abdómen -"nada"- eu copiem a frase dele
-anda, vamos limpar isso- eu disse a começar a andar -eu não preciso que trates de mim- eu virei-me para ele -eu não estou a pedir, eu estou a mandar, agora tu escolhes se vens a bem ou a mal- eu voltei a andar e rapidamente ouvi os passos dele a seguirem-me pelos corredores
Entramosno lugar que eu chamo carinhosamente de "milagreiro para azarados" mais conhecido entre os jogadores "morte certa" na verdade é só o lugar de fisioterapia, exames médicos e enfins
-credo que é isso?- o Dr. Francisco disse quando viu o estado do Musa -eu trato dele- eu disse para o mesmo -não é preciso Mariana- eu interrompiu -podes adiantar a seção com o Jurasek, eu sei que amanhã não te dá jeito por causa da consulta com a tua filha, eu trato do Musa- o mesmo olhou com um sorriso -és um anjo Mariana- eu sorri, ele abandonadou o lugar
-senta-te- eu disse a apontar para o balcão, fui buscar as coisas para limpar os cortes dele, eu pousei as coisas ao lado do corpo do mesmo ja sentado no balcão, e forcei-o a tirar o colete, no local tinha mais cortes
Eu puz água oxigenada num algodão para limpar e desinfectar os cortes -pode arder- eu avisei o croata que revirou os olhos
PETAR MUSA
Ela esta a avisar-me que vai arder como se eu fosse uma criança, a loira passou o algodão encharcado por uma das feridas, que fez com que eu desse um leve grito e ela se afastasse
Ela fez de propósito para que ardesse mais
-eu avisei- a mesma disse -se fosses mais delicada não arderia tanto!- a mesma não respondeu e voltou a limpar as feridas
-queres explicar-me o que ou quem fez isto?- ela perguntou -a Sara- eu respondi simples e ela olhou para mim em choque -ela agrediu-te?- eu neguei com a cabeça -não, nós...- ela impediu-me de falar -eu ja entendi não precisas continuar- eu tive de rir da cara dela
Ok, aquilo estava a arder mais do que eu pensava que arderia, eu estava a apetar a beira do balcão, e por um movimento involuntário eu encostei a cabeça a cabeça da mais baixa, eu percebi o que tinha feito, mas ela pareceu não se incomodar, então deixei estar
-pareces uma medica- eu disse a quando levantei a cabeça para olhar para ela -eu nunca me interessei por medicina- ela disse enquanto limpava mais alguns cortes -então pelo que te interessavas antes?- ela suspirou
-eu cria ser dançarina- eu fiquei confusa -e o que te impediu de ser?- eu notei uma expressão melancólica no seu rosto -durante um treino que eu estava ter, eu lesionei-me no joelho, foi grave, grave ao ponto de eu quase deixar de andar, e se eu voltar a lesionar-me no joelho posso perder a minha mobilidade e eu não podia arriscar isso, sai da dança- eu não esperava isto
-tive, e tenho medo que em algum dia o meu joelho pare de funcionar e eu nunca mais possa andar, e a dança aumentava esse risco-
-e de onde veio amor pela modelagem?- ela riu -eu sempre foi alvo de muitas fotografias, com o tempo comecei a achar graça e depois virou a minha paixão- eu não respondi
-sranje, koje boli!- eu disse em croata -ti si muško zar ne? drži se- para minha surpresa ela respondeu... em croata
(Merda, isso doi!/ és homem não és? Aguenta)
-tu falas croata?- eu perguntei sem acreditar -está um bocado óbvio não?- ok, ok -se continuares assim eu vou acreditar que aprendeste croata porque estás obcecada por mim- eu disse a provocar -sonha! Vais ficar desiludido por saberes que eu aprendi croata na adolescência com e por escolha dos meus irmãos, eu ja mais ia adivinhar que ia conhecer um croata irritante, que é o motivo de todas as minhas dores de cabeça- ela retrucou
-e porque croata?- eu não estava a intender nada -quando os meus pai se separaram os meus irmãos tiveram medo que nós também non sepsrassemos e eles pensaram em que fizéssemos algo juntos que sempre fossemos associar uns aos outros, eles dicidiram que iamos aprender croata juntos, porque a nossa mãe odiava croatas-
eu aprovei a oportunidade para a voltar a provocar -não és assim tão diferente da tua mãe- ela revirou os olhos -não, eu não odeio croatas, eu odeio dois croatas- eu ri-me da explicação dela
-talvez a Sara deva ser mais amigavel, se não o namorado fode-se- ela disse arrogante -tu odeias a Sara- ela sorriu -odeio, mas não tanto como a ti, fica descansado- eu sorri ironico
A nossa diferente de altura era ridicula, ainda mais comigo sentado no balcão
-nunca vou odiar ninguém como te odeio a ti- eu arregalei os olhos -odeias-me mais a mim que ao Porto?- ela olhou seria -ok, nem tanto, mas não ficas muito atrás- eu sorri
-e porque estas a ajudar-me?- eu perguntei para a mesma que olhou para mim -primeiro porque és um jogador do meu clube e eu preciso que os jogadores do meu clube estejam bem para jogar e segundo porque o Dr. Francisco esta ocupado- ela voltou a olhar para o meu abdómen
-anda vamos buscar uma camisola para que ninguem tenhas de ver as tuas misérias- eu olhei ofendido -as minha misérias? Tu estavas a adorar ter esta visão- eu disse a provocar -vai sonhando Musa -nós seguimos caminho ate um armário que foi aberto pela mesma que me atirou uma camisola com o meu número
Eu vesti a mesma e voltamos a andar para os balneários, ela passou a minha frente, não falamos muito ate ela tropeçar no proprio pé e eu a segurar para ela não cair -olhar por onde andas é importante ja te contaram?- ela revirou o olhos
-eu sei que adoras estar assim, pertinho de mim, mas ja me podes largar- esta foi a vez dela me provocar, eu soltei-a e voltamos a andar para os balneários
MARIANA COSTA
entramos no balneário -ja voltaram?- Nico perguntou -é suposto eu responder a isso?- o argentino riu
1295 Palavras
-🌑-
Eita, eita
interrogatório do Musa tipo "estas curioso é?"
Este capítulo foi só provocação atrás se provocação, AMO eu fui fazer a visita ao Estádio da Luz e comprei uma camisola do Musa
não precisamos de falar sobre o golo do musa ontem certo? já sabemos o que eu vou dizer
bissu
-MOON MARTINS
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READY FOR IT
Fiksi PenggemarMarina Costa, filha do Maestro Rui Costa, convive desde sempre com a equipa do Benfica, entre os jogadores que Mariana convive, esta Petar Musa, que mantinha uma relação de odio com a filha do presidente, mas o odio era apenas uma maneira de ambos e...
