「 𝙇𝙞𝙫𝙧𝙤 𝟭」❀✿⏤͟͟͞͞
𖤐٭ Numa contagem regressiva implacável para a mudança para a França com seus pais, Chuuya, um adolescente considerado por muitos como "rebelde". Decide ir a uma festa pela qual seus amigos estão obcecados.
Determinado a apro...
Quando os personagens estão falando com ꏂꇙꇙꋬ ꊰꄲꋊ꓄ꏂ, significa que eles estão falando em sua língua nativa, idioma esse que Chuuya não tem conhecimento algum!!
꧁ꃳꄲꋬ ꒒ꏂ꒐꓄꒤ꋪꋬ!!꧂
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Alguns momentos atrás...
≛ Aiko se jogou no sofá, passando as mãos pelos cabelos curtos até os ombros, bagunçando-os. Julien apareceu logo em seguida com duas xícaras nas mãos, sentando-se ao lado de sua esposa.
- Tome, beba um pouco. - entregou a xícara branca para a ruiva, que pegou soprando o líquido quente.
Um longo suspiro escapou de suas narinas, chamando a atenção do loiro. A mulher se virou e perguntou: - Será que eu fui muito dura com Chuuya? Não deveria ter gritado tanto... - seu tom de voz era inseguro, observando o vapor quente da bebida.
- Não, estava mais do que certa em dar aquele grande sermão. - O loiro bebeu um pouco do seu chá.
- Eu sei, mas do jeito que agi, tenho medo de ter feito algo que o prejudique.
- Querida, olhe para mim. - Guardou a xícara na mesa de centro e segurou as duas mãos da mulher. - O que Chuuya e seus amigos fizeram foi algo extremamente irresponsável e perigoso. Eles precisam pensar no que fizeram. Chuuya entende que você não briga com ele por mal, e ele sabe que estava apenas preocupada. Além disso, são só adolescentes que não sabem o que estão fazendo, não esquente a cabeça.
A ruiva deu uma risada abafada. - Nosso garotinho tá crescendo... E cada vez nos dando mais trabalho... - ficou em um breve silêncio. Não havia bebido nada do chá ainda, o que Julien estranhou. Aos poucos, o sorriso foi desmanchando e os olhos da mulher se encheram de lágrimas.
- Querida? - um semblante de preocupação cresceu no rosto do loiro. - Está tudo bem? - Passou as mãos no rosto dela, secando a bochecha da moça com os dedos.
- Oh, Julien... Eu realmente achei... Achei que foram eles. - confessou entre gaguejos, esfregando os olhos, tentando secar as lágrimas que insistiam em descer. - Não sei o que eu faria caso eles...
- Oh, meu amor... - abraçou a ruiva, que desabou em choro. Agarrava o ombro do loiro, apertando levemente aquele local. Seu rosto estava na curva do pescoço dele, molhando um pouco a roupa, mas ambos não se importaram com isso.