𝑬𝒏𝒆𝒎𝒊𝒆𝒔 𝒕𝒐 𝒍𝒐𝒗𝒆𝒓𝒔 || Onde para Helena LeBlanc e Luke Castellan não era difícil de se amarem, e sim admitirem que se amam.
[Plágio é crime]
Fanfic do universo de Percy Jackson
Capa feita por: @spiderswff
"O som do trovão ressoando (barababam) Correndo pelas nuvens (barababam) Os estrondosos aparecem com o vento Bang bang bang boom Cara, não estou arrependido, eu sou sujo Continue falando, nós não seguimos as regras"
— Stary Kids ( Thunderous)
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(Capítulo atualizado)
Ouço o barulho dos trovões invadindo o local em minha volta. Abro meus olhos e sinto a chuva cair sobre mim. Por algum motivo, meu coração estava acelerado. Eu tinha a sensação que meus pés estavam se afundando cada vez mais, à medida que a água começava cobrir eles e a tomar conta de tudo. O barulho dos trovões só aumentavam.
Diante dos meus olhos, caiu um raio a poucos metros de mim, mas ele não me afetou — só me fez sentir mais viva. Um zumbido alto fez minha mente tremer e coloquei minha mão esquerda na cabeça; a dor era quase insuportável. Reuni forças e olhei para o céu.
O céu sempre foi meu porto seguro.
Eu não me sentia incomodada com os trovões e raios, mas me sentia desesperada por estar sozinha; não tinha ninguém ali comigo. Não importava o quanto eu olhasse para os lados.
Sinto alguém tocar em meu ombro e congelo. Minha garganta começou a embolar, mas eu não iria chorar. Por mais que eu quisesse, chorar era para os fracos — e eu não podia ser fraca. Não iria adiantar; as lágrimas seriam à toa, sempre foram.
— Seja forte como um trovão, seja imprevisível como um relâmpago, seja poderosa como um raio... — alguém sussurra em meus ouvidos.
Apertei minhas unhas na carne de minha mão, e era como se a chuva estivesse em câmera lenta. Conseguia sentir a respiração da pessoa que estava atrás de mim, era como se estivesse desesperada.
Tentei me acalmar e tomei coragem para ver quem era, mas não adiantou nada. Um clarão tomou conta da minha visão e me fez eu fechar meus olhos imediatamente. Era como olhar para o sol de perto.
E então eu acordei...
Minhas costas pularam da cama e eu tentei manter minha respiração calma. Olhei em minha volta e percebi que estava em meu quarto de sempre; o barulho da TV ligada fez-me perceber que não estava sozinha. Eu suava frio e meus batimentos continuavam acelerados. Faz uma semana que eu venho tendo o mesmo sonho e, ainda assim, continuo me assustando com ele. Eu não achava que era um pesadelo, afinal eu amava a chuva e achava os raios impressionante, mas também não era daqueles sonhos alegres e bonitinhos que uma garota de doze anos tem.
O som da batida violenta na porta ecoa por todo meu quarto, mas antes que eu pudesse responder algo, ela se abre, revelando o semblante infeliz do meu padrasto. Não é nem de longe a primeira pessoa que eu gostaria de ver quando acordo.