Capítulo -11- Marido.

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**Pov - Dalila**

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**Pov - Dalila**

Acordei com o vento frio entrando pela janela, fazendo com que eu levantasse a cabeça e olhasse naquela direção. Por incrível que pareça, lá estava ele, olhando diretamente para mim, sentado na poltrona e observando meu corpo. Ele passou a mão pelos cabelos antes de levantar a mão, chamando-me para ir até ele. Mesmo que ainda estivesse um pouco envergonhada, tudo o que pude fazer foi me levantar de onde estava, com o lençol enrolado no corpo.

— Sabemos que você não precisa disso! — Eu deixei o lençol cair até os meus pés, e tudo o que ele fez foi lamber os lábios antes de olhar para o meu corpo enquanto eu caminhava em sua direção. Aos poucos, ele segurou meu pulso e me puxou para seu colo, obrigando-me a sentar. Ele realmente estava sem roupa, mas ficou abraçado comigo ali, mesmo que isso fosse estranho para mim. Até pouco tempo atrás, ele era um pesadelo na minha vida, o chefe chato e irritante que me deixava brava sempre que podia. — Você é linda demais; meu pau está mole até agora, meu saco secou! — Meu rosto ficou vermelho de vergonha, então levantei a mão, cobrindo meus olhos para não ter que encarar aquele homem dizendo isso para mim.

— Pelo amor de Deus! — Ele segurou meu queixo, fazendo com que eu olhasse em seus olhos.

— Por quê?

— Para encher seu útero com meu sêmen. Eu vou te alimentar todos os dias, a todo momento, até que você esteja grávida esperando um filho nosso. — Eu abri a boca, com os olhos arregalados, olhando para as ruas, porque não consegui entender o que ele estava dizendo. Algo dentro de mim dizia que aquilo era apenas uma brincadeira de mau gosto, que ele estava fazendo isso apenas para me deixar nervosa. Ele não poderia estar pensando em ter um filho agora, depois de termos nos encontrado pela primeira vez. Sinceramente, mesmo depois de tudo que havia acontecido, isso parecia surreal. — Acho que você já percebeu que sou um homem completamente obcecado. Você é minha, e eu vou machucar qualquer um que tente te tirar de mim.

Ele me virou, fazendo com que eu me sentasse em seu colo e logo em seguida apertou minha cintura, fazendo com que eu beijasse seus lábios com ainda mais intensidade do que antes. Eu não faço ideia do que aconteceu comigo, mas seus beijos eram altamente viciantes e eu não conseguia parar. Acho que ele sabia disso e me provocou o tempo todo até que chegássemos a esse momento.

Ele segurou minha cintura mais uma vez, olhando em meus olhos. Meu corpo o queria de novo. Aaron não me decepcionou. Ele me levou de volta para a cama, fazendo com que eu ficasse de quatro. Em seguida, pude sentir quando ele me invadiu com uma estocada violenta. Mordi meu próprio lábio inferior e me segurei nos lençóis quando ele começou a se mover para frente e para trás com força. Parecia que ele queria demonstrar sua força, e eu estava adorando tudo aquilo.

Aaron beijou minhas costas, prendendo meu corpo sob o dele, e estocou sem parar. Ele mordeu meu lábio inferior quando comecei a gozar, mas tudo o que fez foi passar a mão pelas minhas costas antes de bater no meu corpo com cuidado, quase como se estivesse aproveitando cada segundo.

Perseguindo Dalila ( Corrigida)Onde histórias criam vida. Descubra agora