Capítulo 102 - Minha veia te pulsa, sua seiva me usa

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Jeonjo fazendo a ala psiquiátrica do Kimook parecer parquinho perto do sanatório que é a cabeça dele... homem doido meu pai

Hello!

Como estão?

Bom, vamos de mais... pois que na nossa conta, quanto mais... logo menos.

Esperamos que ainda estejam gostando da nossa história, vamos trabalhar para esse final ser digno de vocês.

Musica do capitulo: Do Raso ao Fundo - Mariana Nolasco e Maro

Respirem fundo e boa leitura!

Respirem fundo e boa leitura!

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2025 - Seoul, KOR

A tarde estava chegando vagarosamente, como se aproveitasse os últimos raios de sol do dia. O verão já tinha feito sua aparição, mas a primavera ainda dominava o ar com arvores robustas e cheiras de flores que caiam sobre a grama e ainda trazia um ventinho gelado ou outro durante o entardecer.

E como eles nunca tinham tempo ruim para nada. Mesmo do lado de fora, Irene podia sentir o cheiro da sopa de peixe sendo preparada na cozinha. Também conseguia escutar a falação interminável da enorme família como burburinho, as vezes uma gargalhada mais alta ou um grito. Estavam na sala, amontoados, enquanto falavam sobre a semana.

Pensou em quantas vezes Yerim já havia se levantado para chegar Seojun no carrinho e quantas vezes outras Seulgi deveria ter resmungado, dizendo a ela para não se preocupar tanto. Chaewon provavelmente havia rolado os olhos mais vezes que o indicado para uma pessoa normal e isso significava que Jennie e Jisoo também já haviam brigado mais que o necessário.

Uma risada baixa escapou dos lábios enquanto negava. Ajeitou a coluna, se encostando melhor contra a parede e observando o horizonte atentamente, como uma verdadeira obra de arte. Os dedos escorregaram pela lata de cerveja gelada bem ao lado, dando um gole em seguida.

- Me pergunto o que de tão interessante tem nessa vista.

Joo-hyun arregalou os olhos e se levantou quando a segunda voz se fez presente. Observou sua avó parada ali, os olhos atrás de si, mas um sorriso pequeno nos lábios, dedicado a ela.

- Halmeoni.

Se abaixou educadamente antes de apontar para o banco. Pegou uma das almofadas e afofou antes de colocar para que se sentasse.

Jiheun se sentou com as mãos nos joelhos, olhando para a neta, se volta ao seu lado. - Me diz.

- O que? - Irene arqueou as sobrancelhas.

- O que tem de tão bonito nessa vista. - Apontou com o rosto para frente antes de desviar a atenção. - É lindo, admito. Mas sua mãe também gostava de vir aqui, perdia horas e horas observando.

O sorriso que veio aos lábios de Joo-hyun foi quase improvável, os se fechando brevemente para agraciar a memória por um período um pouco mais longo de tempo. Então, uma risada mais baixa.

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⏰ Última atualização: Aug 16 ⏰

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