『 boku no hero academia || +18 fanfic 』Sayori Shimura começa o último ano do ensino médio ansiosa para vê-lo terminar logo, mas sua vida ganha um novo rumo quando Katsuki Bakugou, um enigmático e charmoso novo colega de classe, se junta ao time de b...
Os próximos capítulos serão para testar o coração de vocês. Cuide da sua saúde (risos)!
Olhem a nova capa e banner que a Desire Design (staff: stamoon) fez! Muito lindinha ❤
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Sayori Shimura
A MÚSICA TOCAVA alta na cozinha enquanto meu pai e eu cozinhávamos para os esfomeados. Para ser sincera, eu mais ajudava meu pai a cortar as coisas do que cozinhava de fato. Eu odeio ter que fazer comida, isso não combina comigo e tenho zero dotes culinários.
— Dust in the wind, all we are is dust in the wind... — Meu pai canta baixinho junto, passando-me a faca outra vez para terminar de cortar a cebola.
Minha cabeça estava focada em outra coisa, embora meus lábios seguissem cantando a música do Kansas, uma das minhas favoritas. A sensação ruim em meu peito ficou pior depois que os três saíram daqui, com a desculpa de quer iriam conhecer algumas casas para alugar quando viessem para a faculdade.
Lembrar da carinha entristecida do Katsuki, que provavelmente entendeu o meu mau humor e meu leve distanciamento, fez meu coração estilhaçar. Deveria ter abraçado ele forte, beijado mais vezes e pedido, encarecidamente, que voltasse inteiro. Mesmo sabendo disso agora, tudo o que fiz no momento foi dar um leve sorriso, tentando disfarçar minha angústia.
E agora meu cérebro produz todo o tipo de cenas tristes.
— Filha, já ensinei o truque para não chorar cortando cebola.
Pisco algumas vezes e sinto as lágrimas caírem sem dó na bancada. Provavelmente eu choraria com ou sem a cebola, mas ele não precisava saber. Dou um sorriso leve e balanço os ombros, dizendo que esqueci do truque, mas agora não adiantava fazê-lo.
— Nothin' last forever, but the earth and sky...
Ok, a música me deixou mais deprimida. Logo, antes que pudesse entrar na parte final dela, estico meu corpo para desligar o som. Meu pai franze a testa e fica quieto, claramente desconfiando do meu modo de agir.
— Aconteceu alguma coisa?
— Não, eu só... — Suspiro, largando a faca na mesa depois de acabar de picar a cebola — 'Tô preocupada com os meninos.