『 boku no hero academia || +18 fanfic 』Sayori Shimura começa o último ano do ensino médio ansiosa para vê-lo terminar logo, mas sua vida ganha um novo rumo quando Katsuki Bakugou, um enigmático e charmoso novo colega de classe, se junta ao time de b...
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EU SENTIA O CANSAÇO bater contra meus olhos, mas ainda precisava responder às perguntas.
Já se passaram alguns dias depois daquele tormento. Toya e o tio Enji vieram até Tóquio correndo depois que souberam de tudo. A ajuda dos dois tem facilitado muito o trabalho das Forças Armadas e, claro, ajudado na minha defesa.
Kudo, uma versão ruiva e mais velha do loiro, veio me buscar na casa dos Bakugou para que eu pudesse depor contra Shigaraki. Katuski ainda deveria ficar em repouso e mesmo que não goste disso, foi obrigado a ficar em casa.
— Mais alguma coisa?
Pergunto novamente, enquanto respiro fundo. Kudo está de braços cruzados, apoiado na parede e de frente para mim. Minha cadeira é bem desconfortável, mas pelo menos as algemas da mesa não estão nos meus pulsos.
— Você poderia ser presa, sabia?
— Por defender o Chisaki? — Torço o nariz — Só estou dizendo a verdade.
— O problema é que, aparentemente, você mandou em alguns caras para transportar drogas entre cidades. — Kudou olha para mim de forma intensa — Você me contou isso.
— Foi uma forma dele me intimidar, mas reverti e o fiz gravar para mim. É aquilo que vai dar mais embasamento para as acusações contra a Liga e contra aquele antro de atrocidades do Teatro.
Ergo uma sobrancelha, mostrando firmeza. Toya me orientou minutos antes de entrar na sala de interrogação, então me sinto segura – talvez até demais – para confrontar o Coronel.
— Tá bem. — Ele suspira e passa uma mão pelo rosto, demonstrando seu próprio cansaço — Tem algum outro álibi que retire você dessa confusão?
— Mimi Kyoshi. Evitei que ela fosse morta pela Himiko Toga.
Kudo parecia não conseguir seguir meu raciocínio. Enquanto eu tentava dar motivos para aliviar a sentença de um, eu dava outros que piorava a situação.
Kudo desliga o gravador sobre a mesa, apoiando suas mãos nas quinas enquanto olhava para baixo. Ele solta um riso anasalado e passa a mão pelo cabelo revolto, da mesma forma que Katsuki costuma fazer.
— Você vai se complicar, garota.
— Ofereça um acordo para os dois. Não houve homicídio e ainda auxiliaram no seu caso. É possível ter uma sentença mais branda por colaboração, não é?
— Você quer ajudar criminosos. Como isso seria bom para você?
— Só... Uma retribuição por ajudarem a terminar esse pesadelo. — Solto um riso fraco — Eu quero que a Toga pague pelas coisas, afinal de contas, ela machucou uma amiga minha e praticamente me torturou psicologicamente. Chisaki também tem seus pecados e vai pagar por eles. — Olho para Kudo — Não 'tô pedindo para os livrar da prisão.