Apoio

159 9 10
                                        

Maih: Chora, meu amor.
Pode chorar.
*Ela faz carinho no coro cabeludo da irmã*

Isa:*Eu choro, enquanto ela está ali por mim*
Eu...

Maih: Vc não precisa falar nada.

Isa:*Eu choro por mais alguns minutos, até ela me servir um gole de água, eu tomo e digo*
Eu não vou ficar aqui, pelo menos não hoje.

Maih: Apoiada.
Vamos la para casa.
A Maya não tá lá.
Vc pode dormir comigo, meu amor.

Isa: Não...
Não.

Maih: Amor, se vc não for para lá, eu vou dormir aqui.
E nós duas sabemos, que aqui vc não está se sentindo bem.

Isa: Não vai incomodar?

Maih: Vc nunca incomoda, meu amor.
Nunca.

Isa: Deixa só eu pegar mais algumas peças de roupas.
Da sua casa, eu vou para o trabalho amanhã.

Maih: Claro, meu amor.

Isa:*Eu levanto da cama, e pego mais uma peça de roupa, e tudo que eu precisaria para amanhã, então, eu saio de roupão mesmo, para a casa da minha irmã, ela vai no carro dela, e eu no meu*

*Pov Lilla*

*Eu fui até a casa daquele babaca, num ódio fora de mim, eu quase bati o carro três vezes no caminho, e quando chego na casa dele, tem um numero gigante de pessoas na frente da casa, eu rapidamente, passo o radio*

Lilla: Manda eles sairem.
*Os meus homens, tentaram amigavelmente, mas como não houve acordo, eu mandei matar, todos ali, assim como fizemos com todos os que tentaram nos deter*

*Eu saio do carro, e arrombo a porta da casa, onde todos os presentes ali, se assustaram, e se jogaram no chão, exceto um*

Lilla: Não quero nada com ninguém aqui.
Se vc não se chama Alan Bianchi, vaza.
*Todos os deitados saíram, e ficaram dois homens, um com uma pistola na mão, e um com a mão no bolso, enquanto fumava seu charuto*

Alan: Pois não...
Oq devo a honra, da assassina da meu pai, estar aqui na minha casa?

Lilla: *Eu sorrio, e digo*
Eu aqui, não vim com esse papel.
Eu vim, para ser conhecida, como sua assassina.

Alan:*Ele solta uma gargalhada*
Sério, gata?
Olha, eu tenho muitos bofes para me defender.

Lilla: Oh bichona, chama pelo menos dois.
Chama!

Alan: Claro, mulher macho.
*Ele aperta um botão, é um arsenal de guerra entra na sala*
Tá bom para vc?

Lilla: Isso tudo?
Mentira, que vc tem isso tudo!?
*Eu digo sorrindo, até que meus homens entram na sala dele, peitando os dele*
Viaja não, bichona.
Eu vim matar vc, e eu não saio daqui, até acabar com vc.

Alan: Olha, vc veio na minha casa, e quer né matar?
É errado, sabia?

Lilla: É mesmo?
Me conta mais.
*Eu sento no sofá dele, totalmente irônica, e cruzo as pernas*

Alan: Conto sim, mulher macho.
*Ele senta no sofá de lado, ficando de frente para a loira*
Fala para mim, não é errado?
Vc mata o meu pai, e vem na minha casa, na cara de pau. Eu nem fui atrás de vc, para te matar.

Lilla: Pq vc tem noção do perigo, né bichona?
Olha quem sou eu, e olha quem é vc.
Tá viajando né?

Alan: Não, não tô não.
Eu posso matar vc, aqui e agora.

Lilla: Pois eu tô pagando para ver.
Faça isso!
Mas faça agora.

Alan: Não quero deixar, a bela Maraísa, viúva.

Lilla:*Eu sorrio, mas logo ele some, e dou um soco bem dado no rosto dele, fazendo os seguranças dele, engatarem as armas, e os meus junto*
Fala o nome da minha esposa de novo!

Alan: Calma bofes.
Não precisa disso.
*Ele diz limpando o canto da boca, que estava sujo de sangue, pelo soco*

Lilla: Eu vou te matar.
Acabar com a sua vida.
E como eu sou legal, eu ainda deixo vc escolher como.

Alan: Qualquer coisa do pescoço para baixo.
Para não estragar o velório, né?

Lilla: Vc é sádico né?
*Eu levanto do sofá, e entrego meu fuzil para Henrique, e digo, retirando o salto*

Alan: Que isso gata?
Um stripper?
Só para avisar, eu não gosto dessa fruta que vc tem não.

Lilla:*Eu digo olhando nos olhos dele, enquanto retiro meu relógio*
Uma luta.
É isso que eu quero.

Alan: Uma luta?
Sério?

Lilla: Isso!
*Eu digo retirando, minha tornozeleira de ouro branco*

Alan: Eu não tenho pena de bater em mulher não.
Mas...
Oq eu ganharia com essa luta?

Lilla: Simples, sua bicha.
Se eu ganhar, vc é todinho meu.
*Digo retirando meu último acessório, um cordão, que a Maraísa me deu de aniversário*

Alan:*Ele pula igual um canguru, batendo palminhas*
E se eu ganha, vc é todinha minha?

Lilla: Ta vendo?
Vc só é bichona, mas vc é meio lógico.
Acertou.

Alan: Ótimo.
*Ele diz retirando o paletó*
Vc vai lutar de calça social.

Lilla: Caso vc queira me comer, vc avisa.
Que aí, eu não te bato, eu te mato de uma vez.

Alan: Uiii, fala assim não.
Eu vou me apaixonar.

Lilla:*Eu estava de braços cruzados, e observo ele retirando até a camisa, então digo aos meus homens*
Olha meninos, olha que gatinha indefesa.
Quem se arrisca?
Ganha um aumento, agora.

*Todos eles riem*

Alan: Poxa, me contaram, que pagaram para sua esposa tbm, né?
*Ele diz tranquilamente, enquanto retira a calça*

Lilla:*Eu só retiro a minha aliança, entrego pro Henrique, e corro para um soco enorme no nariz dele, que muito QUERENDO, quebra*
Sua bicha!
Eu já mandei vc não falar da minha mulher!

Alan:*Ele mesmo com dor sorri*
Uiii, ficou boladinha?
Vc pode ser homofóbica comigo, e tá tudo bem. E eu não posso falar, da sua princesa.

Lilla: CALA A BOCA!
*Eu dou mais dois socos nele*
Eu vou acabar com vc!

Alan:*Ele fala no sutaque espanhol*
Ay que miedo!

Lilla: Ainda por cima, é espanhol!
Agora eu te mato mesmo!
*Eu dou uma chave de braço nele*
Manda seus homens abaixarem as armas, e se renderem!

Alan:*Ele fica em silêncio*

Lilla: AGORA!
*Eu aperto ainda mais, o golpe*

Alan:*Ele fala num fio de voz*
Obedeçam.

*Assim eles fazem*

Lilla: Peguem TODAS as armas, e levem.
Agora temos um armamento novo.

*Metade dos seguranças catam as armas, eu digo*













C
O
N
T
I
N
U
A
.
.
.

Eu Sem Querer Me Apaixonei Onde histórias criam vida. Descubra agora