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Era de manhã quando senti cheiro de panqueca pairando no ar, um doce cheiro de chocolate e de café havia chegado no meu quarto, obviamente seria minha avó que estaria preparando o café da manhã.
Me levanto sento uma leve dor em minhas costas por ter dormido de mal jeito, estico os braços me espreguiçando e ainda com um pouco de sono.
Passo minhas mãos sobre meus olhos qua estava caídos de sono e me levanto indo até o banheiro para fazer as Minhas higiene como escovar meus dentes e lavar meu rosto.
{...}
Desço as escadas e observa minha avó com seu cabelo grisalho esbranquiçado que estava sempre preso em um coque.
A mesma estava a fazer as panquecas, ela já havia feito dez panqueca mais enquanto a massa da tigela não acabar ela não vai parar de cozinhar enquanto a tigela estiver totalmente fazia para não desperdiçar a massa.
As vezes me perguntou por que ela e assim, já achava um pouco estranho a forma dela conhecer tantos temperos me faz pensar que ela e o próprio pagé em pessoa para conhecer tantos temperos assim, sem contar nas plantas medicinais que ela cultiva em seu canteiro que cura qualquer coisa.
— Bom dia meu docinho de morango, sentou o cheiro das panquecas não foi? — perguntou ela me olhando
Ela virou uma das panquecas para que não a queimei e eu sorri para ela.
— Claro vovó — disse com as mãos para trás — Esse cheiro de massa e chocolate pairando no ar do meu quarto me fez acorda — disse a olhando
Me aproximo dela e ela rapidamente da uma beijo em minha testa.
— Sentisse na cadeira minha querida — falou ela
Me sento na mesa que estava com uma garrafa de café quentinho, havia leite e Nescau sobre a mesa, vovó se põe a por um pato com 4 panqueca média para mim duas de chocolate, e as outras duas de nada tradicional branca.
Eu apana fique quieta olhando aquele delicioso café da manhã feito por ela que pra mim seria muito trabalho fazer tudo isso.
Faço tudo isso enquanto pego um garfo e uma faca para corta as panquecas e logo me servo colocando café em um copo limpo que ficava sobre uma bandeja virados de cabeça para baixo.
Saboreio cada pedacinho do café da manhã feito pela minha avó enquanto comia isso me fez pensar novamente que ela não vive pra sempre e que terei que me aprender a me virar sozinha.