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Eu procura bruscamente e bem devagar para não ter que voltar para a mesa onde Smiley e Angry estava, meu maior medo e ser julgadas por eles não fisicamente mais sim pelos pensamentos deles.
Coloco minhas mãos nas prateleiras procurando devagar o orégano que vovó me pediu pra buscar, claro eu iria pegar mesmo se estiver o mais alto o possível, mesmo estando na última prateleira.
Procura remexendo nas palmeiras e pratos de porcelana grande intrincados delicadamente com cuidado para não quebrar enquanto imagino o que os dois estão fazendo lá na cozinha, vovó poderia esta contando a minha infância vergonhosa para les nesse exato momento.
Sem pensar muito, pego me uma cadeira que estava aí canto de uma geladeira onde ficava as carnes, posicione o banco na medida em que me dê para alcançar o local e subir para pegar o orégano pra vovó.
Assim que eu subir eu começo a olha e a procurar a onde estava, até que a vejo um pequeno pacotinho com filha esverdeadas escuras dentro.
{...}
Volto para a a conzinha mais antes de chaga perto da cozinha encosto na parede ao lado e inclino um pouco a cabeça observando os três conversando.
— Luna e uma garota tímida e não e de fala muito, não e atoa que vocês são os primeiros amigos que ela conseguiu fazer até hoje o máximo que ela faz e ficar trancada em um quarto as 24 horas por dia lendo livros de romance e fantasia seu quarto — disse vovó que com uma expressão de cansada
Talvez minha atitude deixassem vovó cansada ou triste, eu deveria mudar muito.
— Eu entendo eu também era assim — disse Angry com os olhos meio fechados — tirando a parte de ler, eu odeio — falou ele
Angri estica seu braço pegando mais uma panqueca e logo Smiley o olha incrédulo.
— você já comeu 7 panquecas dessas — disse Smiley incrédulo — Você não tá cheio não...? — perguntou ele
Angry de por a estica o braço até o prato e colocar mais uma sobre o seu prato.
— Eu não e você? — disse ele comendo mais
Smiley revira os olhos e olha para o canto da parede me vendo observando mais logo me assusto e tento disfarçar com as esperanças de que ele não tenha me visto.
— Luna... O que você tá fazendo aí — disse ele sorrindo ao me ver
Logo ele se levanta e vai até mim, ele se põe a pegar em minha mão e me puxar até a mesa.