⚠️ DARK ROMANCE!!! ⚠️
Ele sempre esteve ali. Sempre acompanhou-me por onde eu estava. Sempre esteve à espreita, observando-me. Ele sabia. Sabia que tudo aquilo ultrapassava todos os seus próprios limites. Sabia que, todo o caos que havia trazido de...
ATENÇÃO⚠️: O capitulo a seguir pode abordar temas que, possivelmente, poderão causar gatilhos. As cenas à seguir são pesadas e explícitas, por isso, caso não queira, ou não tenha condições de ler, fique à vontade para pular o capítulo
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
"...Vá em frente e chore, garotinha, Ninguém faz isso como você.
Eu sei o quanto isso importa pra você Eu sei que você tem problemas com seu pai, eu tenho também..."
— The Neighbourhood
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Alguns Dias Antes... Domingo. (Continuação do final do Capítulo: Homenagem Eterna) ||
Saio do estúdio de tatuagens, me sentindo um pouco mais leve do que quando cheguei, como se eu tivesse tirado uma boa parte do peso que há em mim, das minhas costas. Suspiro fundo, fechando os olhos por um breve momento, apenas sentindo a ventania me acertar com maestria.
Depois de horas cogitando a ideia, finalmente decidi ir à delegacia denunciar Kayden. Não me dei ao trabalho de avisar aos meus pais, já que, no fundo, sei que eles não apoiariam essa ideia. Pediriam para que eu deixasse esse evento traumatizante da minha vida de lado e seguisse em frente. Mas a verdade é que eu não aguento mais fingir que nada nunca acontece na minha vida, apenas para que as pessoas à minha volta continuem achando que eu vivo um conto de fada.
Depois de alguns minutos caminhando até a delegacia mais próxima que conheço, finalmente me deparo com o estabelecimento. Aperto minhas unhas contra a palma das minhas mãos, tentando conter o nervosismo, apesar de ser inútil.
Com coragem, adentro o lugar, sendo recebida por uma enorme vontade de ir embora e uma quantidade significativa de olhares. Engulo em seco, tentando não demonstrar o meu desconforto diante tantos olhos curiosos.
— Olá, senhorita! Como se chama? — uma mulher loira e de aparência estonteante se aproxima de mim.
Ela usava a típica farda de policial, no coldre da calma havia uma Pistola. A jaqueta de couro cobria parte do seu corpo, mas não era capaz de esconder a postura impecável e a autoconfiança que podia ser notada a quilômetros de distância.