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charlie: elizabeth bushnell chase! você tá me atrasando! - ele fala entrando no meu quarto, borrando meu delineado.
- charlie bushnell. acho melhor você correr. - falo irritada, indo na direção dele.
charlie: NÃO! - ele sai correndo.
e eu, como estou sem paciência e com preguiça de correr atrás desse poste, simplesmente fecho a porta e termino de me arrumar.
quem ele pensa que é pra me apressar assim? idiota.
enfim, mais tarde, quando termino de arrumar (no MEU tempo), vamos para a lanchonete que os divos e charlie decidiram se encontrar.
como eu tinha me arrumado no MEU tempo, eu e charlie fomos os últimos à chegar.
mas isso não importa, porque nós chegamos.
dior: uiuiui, lá vem eles.
aryan: chegaram cedo pra ceia.
charlie: mulheres.
- mulheres?
charlies: ... elizabeths.
- melhor assim.
cumprimento todos na mesa e, quando chego em walker, ele me dá um selinho.
walker: oi, linda. você tá linda, linda.
sorrio.
- oi, walk. você tá no máximo do máximo arrumadinho.
walker: você não sabe como mexe comigo. - ele fala com uma cara de emocionado? apaixonado? sei lá, só sei que foi meio fofo.
leah: nossa amigo, ela acabou de chegar. deixa os maiores elogios pra mais tarde, vai com calma!
mais tarde? como assim "mais tarde"?
enfim, não tive muito tempo de questionar porque aryan me arrastou pra dançar pagode com a banda de música ao vivo que estava lá.
- er... vão achar que somos dois idiotas. - falo rindo enquanto aryan não para de me girar.
aryan: não somos?
aryan é facilmente um dos meus melhores amigos. me identifico muito com a personalidade "a vida é muito curta pra não passar vergonha" dele.
depois de um tempo dançando, leah aparece do nosso lado.
leah: ei, amigo. se olhar matasse, walker já teria perdido seu precioso réu primário.
aryan: ah, desculpa aí então. minha amiga vai me trocar por macho mesmo?
- e você é o que, meu querido?
aryan: nossa, você é uma chata né? combina com o walker. - ele revira os olhos e vai falar com charlie.
leah: amiga, você não tá com sede, não? o loiro tá te encarando desde que você pisou aqui hoje. o que não é muita novidade. ele te encara desde que te conheceu.
- que que tem com ele, hein? ele parece meio nervoso, sei lá...
leah sorri.
leah: escutei meu nome ali. já vou. tchau tchau.
desisto de entender.
finalmente, walker aparece atrás de mim.
walker: oi, linda.
- para de me chamar de linda, seu estranho.
walker: quer que eu te chame de que? de feia? mentir que é feio.
sorrio.
- sério?
walker: tá bom, vem comer. leena pagou os hambúrgueres.
ficamos comendo, conversando e cantando as músicas que a banda tocava como se a nossa vida dependesse disso.
- peraí, cadê o walker? - me viro para dior que sorriu e apontou pro palco.
walker: oi gente.
ah, tá.
walker: tudo bem que eu sou ator e interpreto quase que um palhaço hiperativo, mas eu estou meio que morrendo de vergonha de estar aqui. mas enfim, tudo vale a pena. cada segundo, eu vou fazer valer a pena. por ela. "nossa walker, você? você mesmo? você vai se declarar pra uma garota qualquer num palco de uma lanchonete?"
walker: primeiro: sim. segundo: ela não é uma garota qualquer. ela é minha garota. terceiro: bom, eu já estou aqui.
o que é isso? o que ele tá fazendo? - era o que passava na minha mente. talvez só na minha, porque os meus amigos estavam alternando entre me filmar e filmar o walker.
walker: you're just too good to be true I can't take my eyes off you
pronto. walker estava cantando "can't take my eyes off you - morten harket". apontando pra mim. olhando pra mim. se declarando pra MIM.
ao perceber isso, meus olhos se enchem de lágrimas.
foi golpe baixo. é o meu filme favorito. é minha música favorita.
walker: you'd be like heaven to touch I wanna hold you so much at long last love has arrived and I thank God I'm alive you're just too good to be true can't take my eyes off you...
ele estava dançando e vindo na minha direção. na verdade, não sei se choro ou dou risada desse poste que eu chamo de meu se rebolando inteiro enquanto falha miseravelmente em tentar entrar no tom.
walker: I love you baby and if it's quite all right I need you baby and if its quite alright I need you baby to warm the lonely nights I love you baby trust in me when I say its okay
nesse momento, walker já estava com sua testa grudada na minha. nossa única distância era o microfone.
opa, sem distância então.
walker abaixa o microfone.
walker: ei, liz. pode ser que talvez eu não seja o patrick verona, mas... - ele se ajoelha - você quer ser minha namorada?
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HEY BABYY I THINK I WANNA MARRY YOU
boa tarde gente bonita
reta final de love story hein!!
aproveitem :)
beijo beijo amo vocês viu
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