Segundo relato do Ceifador
Eu me mudei daquela cidade, fui longe! Muito longe! Mas dois anos depois... Aconteceu novamente.
Este foi o relato de 1964, na casa dos meus pobres amigos. Não sei como tudo aconteceu... Foi diferente do primeiro. Que comece a história
"Eu saí do meu trabalho, que eu havia conseguido a pouquíssimo tempo, mas precisava pedir um favor aos meus amigos.
É... Eu cheguei em frente à aquela casa, bati cinco vezes na porta e maravilha, fui atendido! Era oque pensava...
Eles eram amigos recentes meus, menos de dois anos de amizade, já que após o relato de 1962, eu me mudei. Ao me sentar no sofá... Oras! Eu sentia a mesma coisa daquele dia... Da conversa com o infeliz! Foi como naquele dia... Me dois dizer... Após isso, tentava ignorar, mas a sensação não parava... Do infeliz que havia me amaldiçoado! É por isso! Eu sinto sua presença... A presença da maldição! Foi isso que pensei, mas não havia tempo após pensar nisso... Não!
Eu levantei a cabeça, meus amigos falavam, e eu estava ignorando já que estava pensando nisso, como tinha ignorado o infeliz no relato de 1962. A primeira coisa que vi quando fiz isso, foi um certo alguém se aproximando... Ora seu maldito... O homem... O infeliz... Ele desta vez, se aproximava por trás dos meus amigos, por trás do sofá, segurando uma foice. Ora! Ceifador! Ceifador!
No instante que pisquei... Eu acordei, com a cabeça de um deles decapitada! Foi assim que o outro amigo meu viu sua última visão... A cabeça do homem que ele dividia a casa, um amigo de longa data... Sobre seu colo, mas foi sorte dele... Que logo depois teve o mesmo destino, ao contrário de mim! Que tive que ver os dois lá...
Quando vi isso, olhei para o homem, que me encarou devolta. Clamei a ele, que naquele momento, me matasse, já que o pior destino seria ficar vivo ali! Mas ele olhou bem para mim, e falou: "Morrer para você seria uma benção neste momento..."
Ele piorou tudo, pegou as duas cabeça, jogou aos meus pés e falou: "Vague... Como um monstro!"
* * *
O horror entre os homens aumentou. Mas... Haviam outros três relatos... Ora!
_ ... Você não se matou após isso? _ perguntou Thiago, o único sã entre todos. Raúl estava paralisado, Gustavo estava suando e se arranhava os braços, e Borba? Oh... Pobre Borba! É indescritível
_ Não... Pensava que havia alguma chance de restaurar a vida, que é tão valiosa!... Pensava...
Em meio ao silêncio, teve, o Ceifador, que retomar os relatos horrorizantes, milhares de vezes piores do que de Borba.
Terceiro relato do Ceifador
Em 1965... Aconteceu duas vezes... DUAS! Como pudia ser tão ruim? Aquele foi um ano horrível! Horrível! Fui atormentado pelo ano todo... Contarei o primeiro relato de 1965.
"Eu, após várias cicatrizes, como as profundas cicatrizes de três anos atrás, de 1962, dos cacos de vidro que o infeliz quebrava. Fui, à um centro cirúrgico, para fechar estes profundos cortes. Assim feito, marcada a cirurgia e o dia chegado. Eu fiquei na sala de espera do centro cirúrgico, até ser chamado. Eu entrei na sala de cirurgia, deitei na maca e vieram os três cirurgiões.
Durante a cirurgia, misteriosamente, um deles, tirou a máscara, olhou para mim e tirou o capuz.
Meus olhos trêmulos viram o rosto do homem, naquele instante, eu vi o infeliz. Ele era um dos cirurgiões. Eu levantei com o corpo sangrando, com os pontos das feridas se abrindo quando levantei. Eu sangrei, sangrei muito. Eu me levantei, num momento, pisquei. Quando olhei devolta, os cirurgiões haviam inplodido.
O sangue, que parecia ser das feridas a flor da pele, eram dos cirurgiões. Sujou toda a sala, incluindo uma janela opaca, então, um dos pacientes em espera viu aquela janela cinza ficar vermelha.
Eu me levantei e o infeliz? Havia sumido! A única coisa que vi... Foi a tubulação emsangrentada, enquanto acima de mim, uma foice arranhava a aço da tubulação. Eu me sentei no canto da sala, e chorei. O que deveria fazer? Eu estava no inferno!
O homem que passava pelo corredor, viu a janela vermelha, e foi rápido abrir a porta. Então abriu a porta, e sujou seus sapatos de sangue. Ao sentir isso olhou de imediato para a sala, e viu um horror, de cirurgiões mortos e pendurados envolta da ventilação do teto da sala.
Ele se virou para mim, e eu... Continuava chorando. Ele não se moveu, não gritou, absolutamente nada, ele após um tempo totalmente imóvel, fechou a porta, e correu. Eu sabia que havia pouco tempo a partir dali, já que provavelmente viriam cirurgiões armados, então, eu tive que fazer o mesmo que o infeliz havia feito... Fugir pela tubulação.
De fora do centro, eu ouvia gritos, estava sangrando, e ensanguentado, então olhei ao horizonte procurando o homem da foice... Ele desapareceu. Só me restou... Correr!"
* * *
Silêncio tomou a sala, foi absurdo o que ouviam, como os dois outros relatos. De qualquer forma... Pediram que prosseguisse, o Ceifador, a parte dois.
Terceiro relato do Ceifador, parte dois
A vocês, concedo uma segunda parte de horror do ano de 1965
"Eu andava nas ruas, normalmente, quase havia me esquecido do infeliz que Até aquela sensação voltar... A maldição!
Olhei para trás, no meio dos pedestres, havia com uma capa preta, o infeliz... Todos passavam por ele, UM CRIMINOSO DE VERDADE! Me sufoquei... Mas eu pensava ser ele, até ele tirar o capuz negro e com os dedos, me mandar fazer silêncio, com um olhar perturbador. Ele ia tirando sua foice das costas. Ora céus! Ninguém via ele ali? Mesmo todos vendo ele, pensavam ser alguma coisa estranha, que não era de suas contas. Enquanto ele tirava a foice, eu corri, como nunca antes, atravessando as pessoas na rua. Olhei uma hora, e outra, e ele sumiu, mas continuei correndo, mesmo sem vê-lo.
As muitas lojas, entrei em uma sem ver, uma que fechava as cortinas, na esperança de eu não ser visto pelo infeliz, que era o verdadeiro Ceifador. Sim! E a azarada que eu entrei em sua loja... É...
Eu me virei, por poucos instantes, à vitrine para fechar as cortinas. Quando voltei o olhar... Estava lá, ele, com a lâmina da foice se aproximando da atendente. Pobrezinha... Os mortos não tinham nada haver comigo! Com a maldição! Mas isso era pior ainda, o que o infeliz queria!
Sim... Ele multilou a mulher, na minha frente, eu entrei em horror. Mas ele permaneceu calado, MALDITO! Até que, em último ato, pegou a carnificina, amarrou em um fio, pendurado ao teto, e prendeu a ponta da foice na lateral da cortina. Eu apenas, observava, me debatendo em um canto da loja.
O homem andou até a janela dos fundos da loja, e de lá, olhou para mim, e me fez outro tchauzinho. Se preparou, e quando saiu pela janela, de fora, puxou com força a foice, que puxou a cortina e embrulhou a carnificina. A vitrine da loja ficou amostra, e eu, quando percebi, não contei com a sorte do primeiro caso, de quem entrasse se paralisasse, e fugi."
... É assim... Maldições, e neste ano duas.
* * *
_ É diferente ouvir isto de mim, não é?
Todos os carrascos acenaram com a cabeça, bem, ainda havia mais relatos. Então se prepararam para ouvir o quarto e o tão temido, quinto.
_ É tarde demais...
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Os Ceifadores
HorrorOra, a princípio, eu via todas as peças juntas, mas numa única frase, minha realidade mudou, e as peças se separaram. Neste princípio, era claro, e aquelas peças formavam a imagem do ceifador, mas nestes fins, o ceifador, um homicida, se dividiu em...
