CAPÍTULO 34

316 77 64
                                    

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

Eu não sei onde estou

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

Eu não sei onde estou. Peter dirigiu por muito tempo, fazendo uma parada apenas para pegar a esposa, e depois continuou a dirigir até chegarmos a uma casa. No entanto, não ficamos nela; em vez disso, embarcamos em um barco que nos levou a outro barco muito maior.

É um Iate parecido com o que estávamos antes, mas esse é tão grande que conseguia vê-lo à distância mesmo na noite escura. Ele é como uma ilha no meio do oceano.

Após embarcarmos, Peter disse que tudo estava bem e que Roman viria me encontrar em pouco tempo. Porém, eu não acreditei nele, sinto que só ficarei tranquila quando o ver na minha frente.

Também fiquei preocupada que algo pudesse acontecer com a minha avó, mas quando liguei para ela eu acabei a acordando, porque ela estava dormindo tranquila e segura em casa. Isso me deixou mais aliviada, no entanto, não fez nada para diminuir a angústia que aperta o meu peito.

É como se meu coração não estivesse aqui comigo.

Peter me mostrou o quarto de Roman e eu troquei o vestido por uma camisa social que encontrei no closet da suíte. As roupas estão limpas e alinhadas nos armários, porém tenho a sensação que ele não costuma vir aqui, não há muitos itens pessoais e o seu cheiro está mais em mim do que no ambiente.

Depois do que parece ser uma hora, fico cansada de caminhar pelo quarto e decido explorar o iate. O barco é luxuoso, decorado com painéis de madeira e tons de cinza e preto. Enquanto caminho pelos ambientes, observo os cômodos com olhar distante, tentando não pensar em Roman e no que pode estar acontecendo.

Na sala de estar, sou atraída pelo piano preto e lustroso no canto do cômodo e pressiono algumas teclas distraidamente. Lembro-me daquela manhã em que ele tocou piano para mim e me pergunto se ele costuma tocar esse piano.

O som de uma voz chama minha atenção, e eu levanto o olhar das teclas, vendo Natalia guiar sua cadeira de rodas em minha direção. Ela está vestindo um robe preto, e um sorriso suave se abre em seu rosto à medida que se aproxima, parando ao meu lado.

— Como você está? — Ela pergunta e eu sento no banco do piano, para ficar na altura dos seus olhos. — Você parece preocupada.

— Você não estaria? — Sinto minhas sobrancelhas se unirem. — Não sei onde o meu marido está e o que está acontecendo com ele.

Quando um mafioso amaOnde histórias criam vida. Descubra agora