-EM ANDAMENTO.
Aonde Lee Minho se viu atraído por um garoto um tanto que incomum, sua beleza
era incontestavelmente rara, seus olhos bicolores sendo azul e verde fez uma explosão cósmica no coração de Minho, e seus fios brancos um pouco longos deixa...
Obrigado por estar acompanhando a obra, espero que tenha uma boa leitura...
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Seu cabelo me alucina. Sua boca me devora. Sua voz me ilumina. Seu olhar me apavora.
— Poeta... Seu Jorge.
Quente. Era como Minho podia descrever, Jisung o deixava quente como um bobo apaixonado, não sabia oque fez para estar naquele lugar muito menos naquela sircustância, mas agradecia aos deuses por isso..
Ele sentia o gosto doce dos lábios do garoto contra os seus, era um doce gostoso de cereja, era tão viciante que ele poderia passar a noite toda beijando os. O Beijo saiu de um contato desastroso para um contato necessitado. Jisung caminhou seus braços para ao redor do pescoço do mais alto que o ajudou segurando ainda mais firme em sua cintura..
Minho parecia enlouquecer com o toque, Jisung puxava de leve os fios de sua nuca conforme ele apertava algumas vezes sua carne com força, suas línguas dançavam em sincronia, apesar de ser claro que era a primeira vez do pálido, ele não era nem um pouco ruim, pelo contrario ele era de tirar o fôlego, e bom foi oque aconteceu, a falta de ar veio presente fazendo que se afastassem suas bocas, mas nem um momento se afastaram ou trocaram de posição.
– Isso foi... Tão bom. - A voz doce, mas ofegante do bicolor soou, fazendo o coração de Minho bater mais forte.- Se eu soubesse que seria assim, eu teria feito antes...
– Eu digo o mesmo. Seu gosto é tão viciante.- tocou de leve oos lábios agora vermelhos do outro com o polegar- acho que eu te maltratei um pouco...
– Ahg! Não diga coisas tão obscenas assim, que vergonha. - retirou suas mãos do pescoço do outro a levando para o rosto, numa tentativa de esconder sua face vermelha- Você é tão indecente Minho.
– Eu? Você que estava arfando enquanto eu te tocava. ‐ sussurrou no ouvido do outro que não tinha uma cor muito diferente de seu rosto, suas mãos ainda estavam firmes na cintura a frente. Estava tão próximo do outro que foi inevitável não perceber o arrepio correr pelo corpo do menor- Ah, você é tão adorável que acho que vou morrer.
Tombou sua cabeça para o ombro do garoto ali abandonando a visão do resto que tanto amava observar, fechou seus olhos e respirou fundo o cheirinho de flores frescas que o outro tinha. Jisung era um vício por total, tudo relacionado a ele parecia como uma droga para Minho, ele queria mais, ele queria sentir mais, poder desgustar mais, poder entender mais, abraçar mais, beijar mais, dar mais carinho, escutar mais a risada alta. Nada podia ser minimalista em relação de Jisung.
– Ei, se você não me largar não tem como eu entrar em casa. - chamou a atenção do mais velho, que levantou o rosto-
– Não podemos mesmo ficar assim para sempre?- brincou e viu o outro sorrir tímido e discordar com tal hipótese, seus pais podiam sair a qualquer hora e ver aquela situação- Tudo bem, durma bem está noite, ok?