-EM ANDAMENTO.
Aonde Lee Minho se viu atraído por um garoto um tanto que incomum, sua beleza
era incontestavelmente rara, seus olhos bicolores sendo azul e verde fez uma explosão cósmica no coração de Minho, e seus fios brancos um pouco longos deixa...
Obrigado por estar acompanhando a obra, tenha uma boa leitura...
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Oblívio (S.m)
É um coração abandonado, é o sentimento de procurar infinitas vezes sem resposta. É um grito no vazio, é a saudade em um corpo frio, é a falta da própria falta. É brindar sozinho num bar, é esconder emoções por medo de discussões, é escolher morrer ao invés de correr..
– É a sensação final da existência..
A voz falhada pelo fôlego que havia perdido.. O suor que escorria pelo seu rosto perfeitamente marcante, as veias que saltavam pelo seu braço enquanto tocava as cordas de sua guitarra... Seus olhos magicamente felinos, que pareciam como a corrente do mar afundavam Jisung por completo, que observava o mesmo perdido boque aberto...
As luzes no palco haviam apagado assim como a música que se foi com calma e delicadamente, Han estava vidrado no palco mesmo sem nada ali aparecendo, seu peito subia descontrolado, e então um leve instrumental novamente se fez presente sobre os ouvidos de Jisung, que observou atentamente o palco a procura do que viria a frente, conseguia ouvir abafadamente Seungmin e Jeongin atrás de si, eles pulavam animados por pura felicidade pela performance de antes...
O festival estava em seu auge, com as luzes azuis e brancas pelo palco, Jisung pode ver Minho subir ao palco com passos firmes, segurando o microfone com a confiança que só ele parecia ter. A música começou, uma melodia suave, mas transmissão de emoção. O olhar de Minho vagou pela multidão até encontrar o de Jisung, que se sentiu eufórico, sentiu como se fosse chorar naquele momento, Mas para o Minho, só havia um facto que importava. Ele ainda olhou para Jisung, com um sorriso tímido, esperando. E Jisung, sem hesitar, aplaudiu mais forte do que ninguém, com um brilho no olhar que dizia tudo o que ele ainda não tinha coragem de colocar em palavras.
O som calmo da melódica da voz de Lee ecoou novamente, cantava tais palavras sem tirar seus olhos de Jisung, que sorria bobo pela coragem do outro, seus fios longos estavam colados em sua testa tela calor e suor do lugar, a energia de tudo era maravilhoso aos olhos de Lee, a plateia a sua frente pulava conforme a música se intensificava...
Eu sei que tudo pode mudar em uma palavra...
Palavras não ditas...
Não me deixe preso em um sonho profundo...
Eu pensei que tinha esquecido, não me lembrava ...