-EM ANDAMENTO.
Aonde Lee Minho se viu atraído por um garoto um tanto que incomum, sua beleza
era incontestavelmente rara, seus olhos bicolores sendo azul e verde fez uma explosão cósmica no coração de Minho, e seus fios brancos um pouco longos deixa...
Obrigado por estar acompanhando a obra, espero que tenha uma boa leitura...
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Amar era de fato o sentimento mais traiçoeiro que um ser humano sonharia em ter..
Além de usar outras pessoas apenas para suprir suas próprias necessidades..
O amor era egoísta e sem sentido, ele machucava com uma flor de espinhos..
O amor. Ele mata, mata como uma doença inesperada..
Mata como se não estivesse o amanhã ou então outra saída...
Mata como se tudo oque as pessoas colocassem em jogo não fosse nada...
Por motivos assim, eu sempre me esforcei muito em ficar longe dele..
Longe do amor, longe de amar, longe da possibilidade de me apaixonar...
— Lee Minho..
– Vem, pode sentar aqui. – O vi me puxar com cuidado até seu sofá e então me sentei e o vi se afastar sem me dar resposta alguma para onde iria.–
Não importava o quanto eu entrasse naquela casa, eu nunca iria me acostumar com o jeito chique de cada detalhe que lá tinha, me sentia até inferir só de estar lá dentro. Observei o cômodo incrivelmente calmo e quieto me trazendo a duvida. — ele estava sozinho? Pensei que seus pais haviam voltado de viagem a alguns dias. — O vi voltar para minha frente acompanhado por uma maleta de remédios. Fofo!
Ele se sentou ao meu lado com uma feição preocupada, isso era claro pelo formato que seus lábios tinham já que estavam contraídos com anseio e suas sobrancelhas franzidas em confusão. Ele me encarou desjeitoso, claramente não fazia a mínima ideia do que fazer.
- Ok, eu vou dar uma olhada nos seus machucado então não se mexe, me ouviu?- concordei perdido em seu rosto, ele parecia cansado, seus olhos estavam baixos e um pouco menores que o de costume, ele não havia dormido bem? - Meu deus, oque você se meteu dessa vez para estar nesse estado? Tem noção que pode ser grave seu estado?!
Abriu a maleta tirando alguns cotonetes, faixas e em seguida algum soro antiflamatorio e uma pomada, ele parecia um pouco assustado, respirou fundo assim que seus olhos caíram com certeza em minha mão. Ele então molhou o cotonete com o soro e limpou tudo cuidadosamente para que não infeccionasse tal machucado, confesso que ardeu, e ardeu muito, eu senti finalmente a dor real do machucado, recuei minha mão por impulso pela dor e o vi e olhar novamente.
– Eu apertei muito? Me desculpa, eu nunca cuidei de ninguém machucado antes, vou ter mais cuidado.– se desculpou e eu simplesmente não conseguia responder nada, apenas o observava limpar o sangue em minha mão e passar com mais delicadeza que antes.–