17. | Vorax

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Nem sempre pode ter tudo que deseja

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Nem sempre pode ter tudo que deseja

Essa vadia aqui não é de graça

Você sabe que eu carrego uma faca

Você deveria estar com medo de perder sua vida

Você sabe que eu não jogo limpo

OHMAMIChase Atlantic

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Minha boca trabalha por tudo o que eu não falo, talvez eu seja realmente insaciável, como dizem.

No momento atual, estou variando de gostos entre a vodka na minha mão e os lábios de um homem que nunca vi na vida, possuía sabor de uísque e, no fundo, um toque de energético.

Pressionada contra o capô de uma Ferrari Stradale vermelha, minha bunda amaciava a pressão contra o alumínio duro e frio. Minhas pernas estão separadas somente pelo corpo do ser.

Gemidos baixos escapam dos meus lábios quando sinto os dedos ásperos pressionarem meu clítoris sobre o tecido da minha calcinha, não se arriscando enfiá-los sob a renda preta. Um calor se forma entre minhas coxas, saboreando cada toque.

Ainda não o toquei, até então, porque agora entrelaço seu pescoço com meus braços, meus dedos finos e compridos se emaranhando nos fios escuros. Minha cabeça gira e eu sei que é pelo álcool, não ficaria atordoada somente com mãos bobas.

Seu aperto em meu quadril era violento, me inclinando contra seus dedos, procurando por mais. O garoto parece decidido a me engolir com um único beijo da forma mais faminta possível.

— Gosta de Ferrari? – Ofega contra meu pescoço.

— E por que acha que estou aqui?

Foi notável seu sorriso desaparecer por um momento, e foi quando eu sorri, no entanto, volta com uma gargalhada suave e rouca, tomando meus lábios para ele novamente.

Nossas línguas estavam em uma briga de dominância. Me pergunto se ele é daquele tipo obediente.

— Se eu te pedisse para se ajoelhar, faria isso? – As palavras escapam antes que eu possa controlá-las.

Vi a hesitação quando seus dedos pararam em segundos assim que minha voz ecoou em seus ouvidos.

É claro que não.

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