119| Cristian Pavón

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Tema: ciúmes

A noite em Porto Alegre estava quente e úmida

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A noite em Porto Alegre estava quente e úmida. Cristian Pavón tinha acabado de chegar em casa depois de um treino intenso no CT do Grêmio.

Sn, esperava por ele no sofá do apartamento deles no bairro Moinhos de Vento. Ela tinha visto os stories de uma festa pós-treino que alguns jogadores do Grêmio fizeram. Em uma das fotos, uma garota uma influencer loira, corpo perfeito e sorriso provocante estava bem ao lado de Pavón, quase colada, rindo alto enquanto ele sorria para a câmera. A legenda era inocente, mas para Sn o suficiente para acender o ciúme.

Quando Pavón entrou em casa, ainda com a mochila do treino no ombro, Sn estava de braços cruzados, celular na mão.

Sn: Quem é aquela mulher que tava quase no seu colo na festa? - perguntou ela direto, voz afiada.

Pavón parou na porta da sala, franzindo a testa.

Pavón: Amor… foi só uma foto. Ela é amiga do pessoal do time. Todo mundo tava lá, não foi nada.

Sn: Nada? Ela tava praticamente se esfregando em você, Cristian. E você sorrindo como se estivesse adorando a atenção.

O ciúme dela era palpável. Sn sentia o peito apertado. Pavón era um jogador conhecido, carismático, e ela sabia que muitas mulheres o desejavam. Normalmente ela lidava bem, mas hoje a imagem tinha mexido com ela.

Pavón suspirou, deixou a mochila no chão e se aproximou.

Pavón: Sn, você sabe que eu só tenho olhos pra você. Foi uma foto boba, nada mais.

Sn: Boba? Então por que você não me contou que ia ter festa? - rebateu ela, olhos brilhando de mágoa.

A discussão esquentou rápido. Palavras foram ditas, vozes subiram. Sn acusou ele de gostar da atenção das fãs e Pavón se defendeu dizendo que ela estava exagerando. Depois de alguns minutos tensos, Sn foi para o quarto e bateu a porta, deixando Pavón sozinho na sala.

Ele ficou lá por quase uma hora, pensando. Sabia que tinha errado em não avisar sobre a festa e em não se afastar mais rápido da garota na foto. O ciúme dela não vinha do nada, vinha do amor.

Por volta das 23h, Pavón abriu a porta do quarto devagar. Sn estava deitada na cama, de costas para ele, ainda acordada. Ele tirou a camisa, revelando o torso definido, abdômen marcado e os ombros largos de quem driblava como poucos. Subiu na cama e se deitou atrás dela, abraçando-a por trás com carinho.

Pavón: Desculpa, amor - murmurou ele contra o cabelo dela, voz baixa e sincera. - Eu não devia ter deixado aquela situação acontecer. Você tem razão em ficar chateada. Eu te amo e não quero te fazer sofrer por bobagem.

Sn ficou em silêncio por alguns segundos, mas sentiu o corpo relaxar no abraço dele. Pavón beijou o pescoço dela devagar, mãos subindo pela barriga por baixo da blusa.

Pavón: Me perdoa? - pediu ele, voz manhosa, enquanto beijava a curva do ombro.

Sn virou de frente para ele, olhos ainda um pouco vermelhos.

Sn: Você me magoou hoje…

Pavón: Eu sei. E vou compensar.

O beijo começou suave, mas logo ganhou intensidade. Pavón segurou o rosto dela com as duas mãos e aprofundou o beijo, língua dançando com a dela. Sn correspondeu, o ciúme se transformando em desejo urgente.

Ele tirou a blusa dela rapidamente, expondo os seios. A boca dele desceu, chupando um mamilo com vontade enquanto a mão massageava o outro. Sn gemeu, arqueando as costas.

Sn: Cristian…

Pavón: Shhh… deixa eu cuidar de você - sussurrou ele.

Desceu beijos pela barriga até chegar entre as pernas. Tirou a calcinha dela e mergulhou a língua na buceta já molhada. Lambeu devagar no começo, depois com mais fome, chupando o clitóris enquanto dois dedos entravam fundo, curvando para acertar o ponto certo.

Sn segurou os cabelos dele, quadris mexendo contra o rosto.

Sn: Ahh… assim… não para…

Pavón não parou. Continuou chupando e metendo os dedos até Sn gozar pela primeira vez, o corpo tremendo e gemendo alto o nome dele.

Ele subiu, tirou a calça e a cueca. O pau dele estava duro, grosso, veias marcadas, cabeça brilhando. Sn olhou com desejo e o puxou para cima dela.

Pavón posicionou-se e entrou devagar, sentindo a buceta apertada engolir ele inteiro. Quando estava todo dentro, começou a meter com estocadas profundas e ritmadas.

O ritmo aumentou. Ele segurou as coxas dela, abrindo mais, metendo mais forte. Sn cravava as unhas nas costas dele, gemendo a cada estocada.

Pavón obedeceu. Virou ela de quatro, segurou a cintura e meteu fundo, pele batendo forte. Deu tapas na bunda, deixando marcas vermelhas, enquanto acelerava.

Sn gozou pela segunda vez, apertando ele forte. Pavón não aguentou muito mais. Com algumas estocadas profundas, enterrou tudo e gozou dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta enquanto gemia rouco contra o pescoço dela.

Eles desabaram na cama, suados e ofegantes. Pavón puxou Sn para o peito dele, abraçando forte e beijando a testa dela repetidamente.

Sn traçou os dedos no peito dele, já mais calma.

Pavón sorriu e apertou o abraço, beijando os lábios inchados dela com carinho.

A reconciliação foi longa e quente naquela noite. Depois de um tempo descansando, Sn subiu em cima dele e cavalgou devagar, rebolando gostoso enquanto ele segurava a bunda dela e sussurrava o quanto a amava. Gozaram juntos mais uma vez, selando a paz com corpos entrelaçados e corações batendo no mesmo ritmo.

No dia seguinte, Pavón postou uma foto simples deles dois abraçados no sofá, sem legenda. Era o jeito dele de mostrar ao mundo que, apesar das fãs e da fama, o coração dele tinha dona.

E Sn, deitada ao lado dele, soube que o ciúme tinha passado deixando no lugar só mais amor e desejo.

Escrevendo os recentes agora, pra deixar pra vocês aqui, o próximo talvez "demore" um pouco, porque vou escrever ep pra fic, amor quase impossível

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Escrevendo os recentes agora, pra deixar pra vocês aqui, o próximo talvez "demore" um pouco, porque vou escrever ep pra fic, amor quase impossível.

A pedido: vitoriaandderrota

Até a próxima 🫶🏻

Iᴍᴀɢɪɴᴇ ᴊᴏɢᴀᴅᴏʀᴇs ¹Histórias para pegar e não largar. Descubra agora