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A casa de Noni Madueke, em um bairro nobre de Munique, estava lotada naquela noite de sexta-feira. O Bayern tinha vencido o Borussia Dortmund no clássico da Bundesliga no fim de semana anterior, e a resenha de comemoração estava pegando fogo.
Música alta, churrasco na área externa, cerveja gelada, drinks e vários jogadores do elenco com suas namoradas ou ficantes.
Michael Olise, estava sentado no sofá grande da sala principal. Sn, estava confortavelmente instalada no colo dele. Ela usava uma saia jeans curta que mal cobria as coxas e uma blusinha cropped preta que deixava parte da barriga à mostra. Os cabelos soltos caíam nas costas.
A resenha estava animada. Noni contava histórias engraçadas do vestiário, outros jogadores jogavam videogame na TV gigante, e o som de risadas misturava-se com o baixo da música.
Michael, porém, não conseguia prestar muita atenção. Sn rebolava devagar no colo dele, sentindo o pau dele endurecer aos poucos contra a bunda dela.
Michael: Você tá fazendo de propósito, né? - murmurou no ouvido dela, a voz rouca e baixa, enquanto uma das mãos subia pela coxa dela por baixo da saia.
Sn virou o rosto ligeiramente e sorriu com malícia.
Sn: Talvez… Tá difícil ficar quieta com você duro assim embaixo de mim.
Ele apertou a coxa dela com mais força, os dedos chegando perigosamente perto da calcinha.
Michael: Se continuar assim, eu vou te arrastar pra algum lugar e te foder agora mesmo.
Sn mordeu o lábio e rebolou mais uma vez, sentindo o pau de Michael pulsar.
A noite avançou. Muitos foram para a piscina nos fundos da casa. A sala ficou mais vazia, mas ainda tinha alguns casais e jogadores conversando. Michael não aguentou esperar mais.
Michael: Vem - disse ele, levantando com Sn pela mão.
Ele a guiou pela escada até o segundo andar, entrando em um dos quartos de hóspedes que estava vazio e com a porta entreaberta. Mal fechou a porta atrás deles e já prensou Sn contra a parede, beijando ela com urgência. A língua dele invadiu a boca dela enquanto as mãos grandes apertavam a bunda por baixo da saia.
Michael: Porra, Sn… você me deixou louco a noite inteira - rosnou ele entre os beijos, mordendo o lábio inferior dela.
Sn gemeu baixinho, abrindo as pernas. Michael desceu a mão e puxou a calcinha fina para o lado. Seus dedos longos deslizaram entre os lábios inchados e molhados.
Michael: Caralho… já tá encharcada assim só de ficar no meu colo? - provocou ele, enfiando dois dedos fundo de uma vez.
Sn arqueou as costas, soltando um gemido mais alto.
Sn: Michael… ahh… para de falar e me fode logo.
Ele sorriu safado, tirou os dedos e abriu a calça rapidamente. O pau dele pulou livre: grosso, longo, veias marcadas ao longo da haste escura, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Sn olhou para baixo e lambeu os lábios.
Michael a virou de frente para a parede, puxou a saia para cima até a cintura e posicionou o pau na entrada molhada. Esfregou a cabeça algumas vezes, lubrificando, e empurrou devagar, mas firme, entrando centímetro por centímetro até estar completamente enterrado.
Michael: Porra… que buceta apertada - gemeu ele, encostando o peito nas costas dela.
Começou a meter com estocadas ritmadas e profundas. Uma mão segurava a cintura dela, a outra subiu e cobriu a boca de Sn para abafar os gemidos.
Michael: Shhh… não faz barulho assim, amor. Se alguém subir e ouvir você gemendo meu nome, vai saber que eu tô te comendo na casa do Noni.
Sn gemeu contra a mão dele, empinando a bunda para trás para encontrar as estocadas. Michael acelerou o ritmo, metendo mais forte. O som molhado da pele batendo ecoava no quarto junto com os gemidos abafados.
Ele deu um tapa forte na bunda dela, deixando a marca da mão.
Michael: Rebola no meu pau… isso… assim.
Sn obedeceu, rebolando enquanto ele metia fundo. O prazer subia rápido. Michael tirou a mão da boca dela e desceu para esfregar o clitóris inchado com os dedos, circulando rápido.
Ela não aguentou. O corpo tremeu inteiro, a buceta apertando forte ao redor do pau grosso enquanto gozava. Michael continuou metendo durante o orgasmo dela, prolongando o prazer.
Quando os tremores diminuíram, ele a virou de frente, levantou uma perna dela e voltou a penetrar fundo, olhando nos olhos.
As estocadas ficaram mais rápidas e curtas. Michael suava, o abdômen definido brilhando. Com um grunhido baixo e longo, ele enterrou o pau até o fundo e gozou forte. Jatos grossos e quentes encheram a buceta de Sn, pulsando várias vezes enquanto ele tremia de prazer.
Ficaram alguns segundos conectados, ofegantes. Um fio de porra escorreu pela coxa dela quando Michael saiu devagar.
Ele deu um beijo profundo nela, ainda com a respiração pesada.
Michael: Você é louca… me faz perder o controle assim.
Sn sorriu, ajustando a calcinha e a saia com as pernas ainda tremendo.
Eles se arrumaram o melhor que puderam. Michael limpou rapidamente o que escorreu com lenços de papel que encontrou no quarto. Antes de sair, ele a puxou para mais um beijo.
Michael: Quando a gente chegar em casa, vou te comer de novo… dessa vez na cama, sem pressa, e vou te fazer gozar mais vezes.
Sn mordeu o lábio.
Sn: Mal posso esperar.
Eles desceram de volta para a resenha como se nada tivesse acontecido. Noni ainda contava histórias, alguns jogadores riam alto. Michael sentou novamente no sofá e puxou Sn para o colo dele, agora com um sorriso satisfeito.
Mas durante o resto da noite, sempre que ninguém olhava, ele sussurrava no ouvido dela coisas bem safadas.
Sn rebolava de leve no colo dele, sentindo o pau de Michael começar a endurecer novamente.
A resenha continuou até altas horas, mas para Michael e Sn, o momento mais quente da noite tinha sido aquele no quarto de hóspedes rápido, arriscado e cheio de tesão proibido.
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