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A festa estava animada no rooftop de um hotel de luxo em São Paulo. Gabriel Paulista havia sido convidado para comemorar o título do Campeonato Brasileiro, e claro que Sn, sua namorada há oito meses, estava junto. Ela estava linda demais naquela noite: vestido vermelho curto, justo no corpo, cabelo solto e um sorriso que iluminava o lugar inteiro.
Gabriel não conseguia tirar os olhos dela. Mas também não conseguia ignorar o quanto os outros homens olhavam.
Em determinado momento, ele foi puxado para tirar fotos com alguns ex-companheiros de time. Quando voltou, encontrou Sn rindo no bar ao lado de Lucas, um jovem atacante de outro clube, conhecido por ser extremamente charmoso e sem filtro.
Lucas estava inclinado perto demais, dizendo algo no ouvido dela. Sn ria, jogando a cabeça para trás, e o cara aproveitou para tocar levemente a cintura dela enquanto falava.
O sangue de Gabriel ferveu.
Ele atravessou a multidão em poucas passadas largas e parou atrás de Sn, passando o braço possessivamente ao redor da cintura dela e puxando-a contra o peito.
Gabriel: Tá tudo bem aqui? - perguntou Gabriel, a voz baixa e fria, olhando direto para Lucas.
Lucas ergueu as mãos, sorrindo com malícia.
Lucas: Relaxa, Gabs. Só tava conversando com a moça mais bonita da festa.
Gabriel: Ela é minha moça - respondeu Gabriel seco, apertando mais a cintura de Sn. - Pode ir conversar com outra.
Sn sentiu o corpo dele tenso contra o dela. Assim que Lucas se afastou, ela virou o rosto, franzindo a testa.
Sn: Gabriel, que foi isso? Ele só estava sendo simpático.
Ela revirou os olhos, mas Gabriel não deu espaço. Segurou o queixo dela com firmeza e deu um beijo, na frente de quem quisesse ver.
Gabriel: Vamos embora - murmurou ele contra os lábios dela.
Sn: Agora?
Gabriel: Agora.
No carro, o silêncio era pesado. Sn tentava conversar, mas Gabriel dirigia com a mandíbula travada, uma mão firme na coxa dela. Assim que entraram no apartamento, ele trancou a porta e virou Sn contra a parede do corredor.
Gabriel: Você gostou dele te olhando daquele jeito? - rosnou Gabriel, pressionando o corpo alto e musculoso contra o dela.
Sn: Eu nem liguei pra ele... - respondeu Sn, já ofegante.
Gabriel: Mas eu liguei. - Ele desceu a boca para o pescoço dela, chupando forte o suficiente para deixar marca.
Sn soltou um gemido quando sentiu as mãos grandes dele subirem por baixo do vestido vermelho, apertando sua bunda com força. Gabriel a levantou no colo com facilidade, as pernas dela cruzando na cintura dele, e carregou até o quarto.
Jogou ela na cama e ficou de pé, tirando a camisa devagar, revelando o abdômen definido. Seus olhos estavam escuros de ciúme e desejo.
Gabriel: Tira o vestido. Devagar.
Sn obedeceu, tirando o vestido pela cabeça e ficando só de lingerie preta. Gabriel lambeu os lábios, abrindo o cinto.
Gabriel: De quatro.
Ela se posicionou no meio da cama. Gabriel terminou de se despir e subiu atrás dela, puxando a calcinha para o lado sem nem tirar. Passou dois dedos pela entrada já molhada e grunhiu.
Ele segurou o quadril dela com força e empurrou tudo de uma vez, fundo, até o talo. Sn soltou um gemido alto, apertando os lençóis.
Gabriel: Isso... geme pra mim - mandou ele, começando a meter forte, ritmado, possessivo.
Cada estocada batia fundo, fazendo o corpo dela balançar.
Ele puxou o cabelo dela, arqueando as costas dela enquanto acelerava as investidas. O som molhado dos corpos se chocando enchia o quarto. Gabriel deu um tapa forte na bunda dela, depois outro, marcando a pele.
Sn tremia, o prazer misturado com a intensidade dele. Gabriel virou ela de frente, abriu suas pernas e voltou a penetrá-la, agora olhando nos olhos.
O polegar dele encontrou o clitóris, circulando rápido enquanto metia fundo e forte. Sn cravou as unhas nas costas dele, o corpo se contorcendo.
Sn gozou forte, apertando ele por dentro, gemendo o nome dele. Gabriel não parou. Continuou metendo até sentir o próprio orgasmo chegar. Com um gemido rouco, enterrou o rosto no pescoço dela e gozou fundo, enchendo-a enquanto pulsava.
Ficaram por longos minutos conectados, ofegantes. Gabriel ainda dentro dela, distribuindo beijos mais calmos no rosto, pescoço e seios.
Gabriel levantou o rosto e a beijou devagar, carinhoso agora.
Ele saiu de dentro dela com cuidado, puxou o corpo dela para cima do seu peito e cobriu os dois com o lençol.
Sn sorriu, beijando o peito dele.
Gabriel apertou ela mais contra si, a mão grande acariciando suas costas. A noite ainda não tinha acabado, ele pretendia marcar ela de todas as formas possíveis até o amanhecer.
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