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Sn estava encostada na parede do luxuoso salão em Munique, taça de champanhe na mão, observando. Era uma festa pós-jogo do Bayern de Munique vitória convincente, Michael Olise havia brilhado com uma assistência e um gol bonito. O salão estava cheio de jogadores, staff, influencers e muitas mulheres bonitas: modelos, jornalistas esportivas e fãs bem-vestidas.
Uma loira alta, repórter de um canal alemão, ria alto de algo que ele disse, tocando o braço dele de forma "inocente". Outra, uma influencer morena, tirou foto ao lado dele, colando o corpo mais do que o necessário.
Sn sentiu o sangue ferver. Ela e Michael estavam juntos há quase dois anos. Ele era carinhoso, fiel, mas a vida de jogador trazia isso: olhares, flertes, atenção constante. Normalmente ela lidava bem. Hoje, não.
Quando a loira se inclinou e sussurrou algo no ouvido dele, Sn terminou a taça em um gole e caminhou até eles com passos firmes.
Sn: Amor - disse ela, voz doce mas afiada, passando o braço pela cintura de Michael e puxando-o para si. - Tá na hora de irmos, não? Você prometeu que a gente ia embora cedo.
Michael piscou, percebendo o tom. Sorriu para a loira.
Michael: Foi bom te ver, Clara. A gente se fala.
A mulher se afastou com um sorriso forçado. Assim que ficaram sozinhos no canto do salão, Sn virou para ele.
Sn: Ela tava praticamente se esfregando em você, Michael. E você rindo como idiota.
Michael: Sn, era só conversa. Ela é repórter, queria detalhes do gol. Você sabe que eu não dou bola pra isso.
Sn: Eu vi o jeito que ela tocou seu braço. E a outra tirando foto quase no seu colo. Eu tô cansada disso. Toda festa, todo evento, tem alguém querendo o que é meu.
Michael suspirou, passando a mão nos dreads.
Michael: Amor, você é a única pra mim. Mas eu não posso ser grosso com as pessoas. É parte do jogo.
Sn: Parte do jogo? Então eu também posso ser "parte do jogo" e deixar caras me cantando na sua frente?
Os olhos dele escureceram.
Michael: Não brinca com isso.
O trajeto para casa foi em silêncio tenso. No apartamento moderno com vista para o Allianz Arena, Sn jogou a bolsa no sofá e virou para ele.
Sn: Eu te amo, Michael. Mas quando vejo outra mulher te olhando como se você fosse dela, eu fico louca.
Ele se aproximou, tentando abraçá-la.
Sn empurrou o peito dele de leve, mas não o soltou. Os olhos dela brilhavam com ciúme e desejo.
Sn: Então me prova. Agora.
Sn o puxou pela camisa até o quarto. Empurrou Michael contra a cama, fazendo ele sentar. Com movimentos decididos, tirou o blazer dele, depois a camisa social, revelando o torso definido, abdômen marcado pelos treinos, pele lisa.
Sn: Tira a calça - ordenou ela.
Michael obedeceu, excitado com o tom possessivo dela. O pau já estava semi-duro por baixo da cueca. Sn tirou o próprio vestido preto de festa em um movimento, ficando só de lingerie vermelha rendada conjunto que ela sabia que ele adorava.
Ela se ajoelhou entre as pernas dele, puxando a cueca para baixo. O pau de Michael saltou, grosso, longo, cabeça rosada já brilhando. Sn segurou na base e lambeu devagar da base até a ponta, olhos fixos nos dele.
Chupou com fome, sugando forte, língua girando na cabeça sensível, descendo o máximo possível. Uma mão masturbava o que não cabia na boca, a outra apertava a coxa dele. Michael gemeu, mão nos cabelos dela, quadril subindo devagar.
Michael: Porra, Sn... assim...
Ela acelerou, babando no pau dele, fazendo barulhos molhados. Quando sentiu ele perto, parou de repente e subiu.
Sn: Ainda não. Você vai gozar quando eu mandar.
Sn tirou a lingerie e subiu nele, sentando devagar no pau duro. Entrou centímetro por centímetro, gemendo alto quando ele a preencheu completamente.
Sn: Olha pra mim - ordenou ela, começando a cavalgar.
Sn rebolava os quadris com força, subindo e descendo rápido, bunda batendo contra as coxas dele. Os seios balançavam no ritmo. Michael segurava a cintura dela, mas ela controlava tudo velocidade, profundidade.
Ela se inclinou para frente, mordendo o pescoço dele, chupando a pele para deixar marca.
Sn: Nenhuma outra mulher vai ter isso. Entendeu?
Michael: Entendi...
Sn gozou primeiro, apertando ele forte por dentro, corpo tremendo, unhas cravando no peito dele. Não parou. Continuou cavalgando mais rápido, suada.
Michael virou ela de quatro (com ela ainda no controle do ritmo). Metia forte por trás, uma mão puxando o cabelo dela de leve, a outra apertando a bunda.
Sn rebolava contra ele, gemendo alto. Ele metia fundo, bolas batendo contra ela. Quando ela gozou pela segunda vez, apertando ele, Michael não aguentou: gozou dentro dela, enchendo-a com porra quente, gemendo o nome dela.
Eles caíram na cama, ofegantes. Sn virou e o beijou com possessividade, mordendo o lábio inferior dele.
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Mas um pra vocês galera, agora acho que somente amanhã, porque irei ver cruzeirokkk.